“Rolezinho” é desculpa para ilegalidade e deve ser duramente combatido
Por mais desculpas – esfarrapadas – que responsáveis pelos “direitos humanos”, “sociólogos” e muita gente vivendo no munda da Lua costumam produzir nesse tipo de situação, a grande verdade é que o tal “rolezinho”, que já existe em Nova York e, agora, vem sendo adotado na cidade de São Paulo, nada mais é do que puro exercício de bandidagem, explícita.
Os jovens mentem ao dizer que querem apenas passear ou “pegar” mulher.
Na verdade, o intuito é barbarizar, demonstrar o poder da vagabundagem, por vezes do crime (sim, há saqueamentos e agressões) e não a versão romantizada e cheia de inverdades contada por uma jornalista, hoje, em artigo da Folha.
Faz bem a PM em agir com força, mesmo que ainda esteja de mãos atadas, vítima de uma sociedade que odeia tanto o poder – com alguma razão – que confunde o exercício de combate ao crime com opressão à população.
Não é, pelo menos nesse caso.
É necessário coibir esses marginais – sim, são delinquentes – antes que o pior aconteça, prejudicando famílias que trabalham, produzem, e depois, com educação e respeito às Leis, dão seu “rolê” no Shopping, consumindo (e dai ?) o que desejam, gastando o que lhes é de direito.
Apenas para finalizar, Shopping Center não é local público, e sim, PRIVADO, com frequencia de público, cabendo a seus proprietários o direito de ter ou não “rolezinhos” ocorrendo em seus estabelecimentos.
Em Tempo: não sou de direita, nem de esquerda, apenas justo com meus pensamentos e com a coragem de dizer, sem amarras e hipocrisia, o que considero correto.

