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O silêncio da diretoria do Corinthians é mais eloquente do que os ataques de Luis Paulo Rosenberg

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Apesar de sempre gerar indignação, a comparação do Corinthians com uma “Casa de Prostituição” não é a primeira ofensa ao clube, e também a seus dirigentes, proferida pelo vice-presidente Luis Paulo Rosenberg.

O time foi chamado de medíocre, meses antes de conquistar o Bi-Mundial, o estádio, hostilizado, com o referido dirigente dizendo que era necessário “passar remédio para urticária” devido a sua localização em Itaquera, sem contar o que nem sempre é divulgado, como as afirmações de que o atual presidente, Mario Gobbi, é apenas um idiota com poder.

Não se pode esquecer, também, que Rosenberg, num dia de fúria, expulsou Olivério Junior do Parque São Jorge, uma das pessoas mais próxima a Andres Sanches, quando o dirigente ainda ocupava a presidência.

Mas o que proporciona ao atual vice-presidente, não apenas esse poder, mas também uma espécie de “salvo conduto” para falar o que quer, quando quer, e de quem quiser, não importando que os atingidos sejam, quase sempre, seus parceiros de diretoria ?

É absolutamente estranho que nenhum dirigente do Corinthians se posicione aos contantes ataques, públicos,  de Rosenberg ao clube, e por consequencia, a seus dirigentes.

Será que sentem-se à vontade em serem tratados como membros de prostíbulos ou precisam engolir, a seco, todas as suas afirmações, com o pé amarrado à mesa, evitando, talvez, que algumas verdades venham à tona ?

Vale lembrar que Rosenberg transitou, com absoluta liberdade, por todos os setores importantes do clube, nas duas últimas gestões, sempre participando das decisões tomadas e, certamente, dos negócios.

Interessante notar, também, o silêncio de alguns espaços, sejam blogs, sites ou mídias sociais, ligados ao Timão, quase todos com o hábito de demonstrar indignação a quaisquer matérias ou frases que considerem desrespeitosas ao Corinthians.

A única reação aos ataques de Rosenberg, até o momento, não partiu da diretoria do clube, mas sim dos jogadores e do treinador Tite, que proibiram o dirigente de subir no carro de bombeiros durante a comemoração do título mundial, conquistado no Japão.

Talvez, dentre as situações que impedem os dirigentes do Corinthians de criticar Luis Paulo Rosenberg, além das sugeridas na matéria, estejam as que fazem o atual presidente alvinegro, Mario Gobbi, dizer a interlocutores que, findando seu mandato, sumirá do Parque São Jorge, e nunca mais colocará os pés dentro do clube.

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