Despacho judicial exemplifica incompetência do Palmeiras
Num dos recursos apresentados por Palmeiras e WTorre visando interromper as investigações do Ministério POúblico sobre as obras da Arena Palestra, salta aos olhos trecho de um despacho do processo nº 0025350-45.2011.8.26.0053:
“(…)A respeito do agravo retido apresentado pela SEP, não se afigura necessária a realização de oitiva de testemunhas para a comprovação dos fatos mencionados pela agravante. Ora, não é crível que uma instituição do porte da Ré não tenha, de modo, documentado as obras realizadas no estádio ao longo dos anos, nem sobre os eventos musicais e outras atividades lá desenvolvidas. Convém lembrar que a prova tem por objetivo a formação da convicção do julgador, que não fica obrigado a reproduzir todas as provas produzidas pelo Ministério Público durante o Inquérito Civil, mas apenas aquelas que entender necessárias para o julgamento da lide. Recebo, portanto, agravo retido mas mantenho a decisão (…)
Ou seja, falta absoluta de competência e organização.
Inacreditável, até.
Principalmente para um clube com a grandeza do Palmeiras, e que está prestes a completar um centenário de vida.

