Guilherme Ceretta de Lima é funcionário de Escolinha Oficial do São Paulo
Durante a semana, a exposição de que o agora ex-árbitro Rodrigo Braghetto mantinha relações comerciais com o Corinthians, além de outros clubes, mudou a história da final do Campeonato Paulista.
Uma situação que, embora legal, evidentemente feria, além de princípios éticos, também o regulamento da FPF.
Entidade que, por sinal, sabia de tudo, sendo omissa ao permitir a indicação de Braghetto ao sorteio, e covarde ao demití-lo apenas após a repercussão do caso.
Descobrimos, ontem, porém, novo caso de ligação de árbitro da Federação com equipe grande de futebol em São Paulo.
Porém, diferentemente do caso Braghetto, em que a relação era direta, agora o vínculo é por intermédio de terceirizada.
Ou seja, não recebe pelo Tricolor, mas por uma empresa que tem contrato com o clube.
Concidentemente com o novo árbitro dessa mesma final entre Corinthians e Santos, Guilherme Ceretta de Lima.
Nascido em Sorocaba, Ceretta é professor de regras do jogo da Escolinha de Futebol do São Paulo, com chancela de “oficial”, na mesma cidade.
A proprietária é a ATHLON ESPORTES, que antes se chamava Calotta Esporte e Eventos Ltda, em homenagem a seu proprietário, Carlos Alberto “Calotta”.
http://www.saopaulofcsorocaba.com.br/professores.php
Empresa e diretor que, por sinal, estão com os bens bloqueados pela Receita Federal em Ação de Cobrança envolvendo o alto valor de R$ 15 milhões.
Não é uma informação que atinge a gravidade do caso Braghetto, mas que serve para indicar que há outros episódios semelhantes ocorrendo às barbas da FPF, sem nenhuma indicação de coibição.




