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Ação de ONGs contra o São Paulo avança na Justiça

MMT tem quinze dias para pagar dívida ao São Paulo

Em 2010, o morador do bairro do Morumbi, Sergio Orlando Santoro, presidente do MMT, ingressou com diversas ações judiciais cobrando do poder público o que considera irregularidades cometidas pelo clube contra a população.

Uma delas, caminha a pleno vapor.

Trata-se da denúncia que o clube utiliza-se de locais públicos para fins privados, com diversos exemplos arrolados.

Dentre eles a Praça Roberto Gomes Pedrosa, em frente ao Estádio.

Na sequência do processo, o Tricolor tentou, sem sucesso, travar a ação, tendo ainda que aceitar a entrada nos autos da SAVIAH, outra ONG do bairro, como assistente do MMT.

Santoro pediu então, que se designasse um perito para dar parecer técnico sobre suas acusações, solicitação essa atendida novamente pelo Tribunal.

Porém, o custo do profissional, definido semana passada, demonstrará até quanto o MMT e a SAVIAH estão dispostos a brigar contra o clube e, principalmente, se possuem recursos suficientes para isso.

R$ 27 mil.

Assim que os valores forem depositados, o profissional terá dez dias para expor sua opinião sobre o caso.

O MMT conseguiu, também, que o juiz permitisse incluir na causa provas testemunhais que atestariam a denúncia de utilização de área pública pelo São Paulo.

São elas:

Julia Titz de Rezende, Yves Paul Alain Jadoul, Clemente Ribas, Yuko Tateyama Wakabayashi, Nilson Ladeira Cordeiro, Elias Cohen, Eugênio Marcio de Assis e Daniel Barbosa Rodrigueiro.

O clube continua negando todas as acusações.

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