“Fielzão” – Andres Sanchez conta com calote que pode se tornar “Cavalo de Tróia” do Corinthians

“Não precisa pagar nada ! Depois que o estádio estiver construído, será nosso… ninguém tira”

Com a declaração acima, sob o testemunho de diversos conselheiros, logo após a reunião do CORI, o ex-presidente do Corinthians, Andres Sanchez, deixou bem claro o plano alvinegro de assalto aos cofres públicos na construção do “Fielzão”.

O clube aceita todas as tratativas, assinando tudo, tornando-se devedor, mesmo sabedor de que nunca terá recurso suficiente para arcar com as pendências.

Na prática, vai tocando a obra na base da “fala mansa” até a conclusão.

Este sim, o grande intuito.

Porque, depois de concluído, mesmo sem quitar as pendencias, e com a propriedade do estádio em nome de outros, dificilmente, seria quase impossível, alguém vai tirá-lo do Corinthians.

Parte-se do princípio de que São Paulo e Palmeiras já têm seus estádios e que somente um clube com o porte do Corinthians poderia viabilizar financeiramente a manutenção da Arena posteriormente.

Sem alternativa, ODEBRECHT e Governo seriam obrigados a engolir o sapo, aceitando, quem sabe, uma parceria numa ou outra operação comercial, amenizando apenas o prejuízo irrecuperável.

Andres Sanchez posaria como “herói” dos que tratam a coisa pública como partida de futebol, mas, na verdade, apesar do golpe aparentemente bem sucedido, condenaria o Corinthians a não ter crédito, nem respeito no mercado, pelo restante de sua existência, transformando o “Fielzão” numa espécie de “Cavalo de Tróia” alvinegro.

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