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Caso Felipão: jogou-se fora o tapete para permanecer com o lixo

Com a saída de Luis Felipe Scolari, anunciada ontem, o Palmeiras potencializou ainda mais suas chances, quase inevitáveis de ser vítima do segundo rebaixamento em menos de dez anos.

Retirou-se do clube o único lastro de competência e comprometimento que ainda existia.

Enquanto isso manteve-se jogadores absolutamente incapazes de exercer a profissão e outros, até de razoável nível, porém bem mais interessados em si próprios do que nos interesses do clube que lhes paga.

Casos específicos, por exemplo, de Valdívia, que mesmo na atual situação prefere virar suas noites em casas de tolerâncias, ou de Daniel Carvalho, apelidado de “cachaceiro verde” numa dessas padarias 24h., local em que frequenta com mais assiduidade do que os treinos da equipe de futebol.

Ficaram também no Palmeiras, dirigentes de extrema incompetência, como Cesar Sampaio e Roberto Frizzo, este que ainda pertence ao grupo dos “espertalhões”, em que podemos encaixar desde o diretor jurídico, chegando até à presidência.

Enquanto todos eles atrapalhavam – e continuam atrapalhando – a vida palestrina, Scolari, trabalhador, transformou um exercito de incompetência em Campeão da Copa do Brasil.

Levando esperança, com a vaga da Libertadores, a uma torcida que anda tão desesperada, vitima que é de tamanho descaso com o clube.

E é dessa maneira que merece ser lembrado pelo torcedor.

Até porque, se existe culpa no atual estado das coisas, a de Felipão, indubitavelmente, é bem menor do que a dos citados acima.

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