Seleção dos empresários dá vexame e volta apenas com a PRATA das Olimpíadas

Após jogar futebol deplorável nas fases anteriores, em que se classificou duas vezes ajudado pela arbitragem, a Seleção dos empresários de jogadores, Mano Menezes e Andres Sanches, perdeu, de maneira vergonhosa para a equipe sub-23 do México, por dois a um, “conquistando” a indesejável medalha de PRATA.

Uma derrota justa e que pode, quem sabe, iniciar uma limpeza necessária em toda a cúpula do futebol nacional, recheada de esquemas de favorecimento, em detrimento ao que deveria ser o objetivo principal, ou seja, a convocação dos melhores atletas brasileiros.

Logo aos 28 segundos de partida, aproveitando-se de uma bobeada conjunta de Rafael e Sandro, Peralta arriscou da entrada da área e abriu o marcador.

O Brasil sentiu e o México, durante trinta minutos, dominou completamente as ações.

Somente após a entrada de Hulk no lugar de Alex Sandro, o ataque brasileiro melhorou um pouco, mesmo assim, abaixo do aceitável.

Será difícil para Mano Menezes explicar, se disser a verdade, o motivo de colocar um dos melhores jogadores do Brasil no torneio na reserva de um atleta que sequer chega a ser razoável.

Mesmo assim, em dois contra ataques, os mexicanos arriscaram bem de fora da área, mas a bola foi para fora.

Hulk, com muita raça, aos 37 minutos, escapou da marcação e, da intermediária, mandou uma senhora tijolada para o gol, bem defendida por Corona, que ainda dividiu com Leandro Damião evitando que o atacante pudesse definir.

Damião que fez pivô para Marcelo, aos 40 minutos, mas este chutou mal, dentro da área grande mexicana.

Desesperado, o Brasil voltou para a segunda etapa tentando empatar a partida através de seus valores individuais, já que o esquema (de jogo) de um treinador abaixo da média, inexistia.

E na pressão dos 15 minutos iniciais, criou duas boas oportunidades, em duas batidas de Neymar, em jogadas armadas por Hulk e Oscar.

Mas o tempo foi passando e a mediocridade retornando, duma equipe que, vergonhosamente, sucumbia perante jogadores “B” do México.

Aos 18 minutos, aproveitando-se de bobeada do zagueiro Thiago Silva, Fabian fintou Gabriel, perdeu o ângulo e, de virada, colocou a bola no travessão.

Sete minutos depois, com a equipe precisando criar jogadas, Mano Menezes colocou Pato no lugar do fraco volante Sandro, aniquilando com o meio campo brasileiro.

E o México, por consequência, cresceu no jogo.

Aos 26 minutos, Fabian perdeu gol de cabeça após falha de Grabriel.

Dois minutos depois, Peralta, sozinho na área, complementou falta batida pela direita e decidiu a partida.

Dois a zero, justos, de uma equipe muito melhor armada dentro de campo, diferentemente do Brasil, que tem como treinador um empresário de jogadores.

Deu tempo ainda para Juan, aos 39 minutos, quase agredir o lateral Rafel, após este dar um toque de letra que resultou em contra-ataque mexicano e de Hulk, um dos poucos a honrar a camisa, aos 45 minutos, fazer o gol de honra brasileiro.

Hulk que ainda, aos 47 minutos, levantou a bola na cabeça de Oscar, que perdeu gol quase na pequena área.

Com o vexame consumado, não há outra alternativa a José Maria Marin senão demitir dois profissionais que se utilizaram da Seleção Brasileira apenas para preencher seus próprios bolsos, facilitando a vida de empresários, atrasando a preparação brasileira para o Mundial 2014.

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