Falta de transparência reprova contas de Tirone, novamente, no Palmeiras

Em reunião do COF, em que pela enésima vez as contas do presidente palmeirense Arnaldo Tirone foram reprovadas, muitas dúvidas ficaram pendentes.

Certeza apenas de que o clube continua gastando bem mais do que arrecada, alias, um estilo de gestão bem parecido com o da lanchonete de propriedade do atual mandatário palestrino, levada a leilão uma dezena de vezes.

Pra variar, novamente ninguém teve acesso sequer uma mínima documentação que pudesse comprovar muitos dos gastos.

Sobre a perícia nas contas das gestões anteriores, novamente muito se falou, mas nada foi apresentado, temerosos que estão os dirigentes palmeirenses de perderem apoio eleitoral, pouco se importando se o clube foi ou não lesado.

É o desejo pelo poder se sobrepondo a moralidade.

O COF alertou ainda que faltam 800 m² de área construída na devolução de prédios ao clube pela WTorre.

Situação que, pelo visto, dificilmente será resolvida.

E teve até quem saísse da reunião dizendo “esses caras reclamam de tudo”, como, por exemplo, o diretor jurídico Piraci Oliveira, esquecendo-se que, antes de se compor com a atual gestão, os que reclamam eram os mesmos que bajulava em anos anteriores.

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