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Apito dá vantagem ao Palmeiras na Copa do Brasil

Apesar das enormes orelhas de Valdivia, mas com enorme ajuda da arbitragem, o Palmeiras jogou um segundo tempo aguerrido, venceu o Coritiba por dois a zero, e joga até podendo perder na partida de volta para sagrar-se campeão da Copa do Brasil.

Tivemos uma primeira etapa em que o Palmeiras mereceu ser goleado pelo Coxa, tamanha era a diferença de atuação das equipes.

Mas, de maneira inacreditável, venceu por um a zero.

Coisas que somente o futebol pode explicar.

O Verdão apresentava um futebol abaixo da crítica, enquanto o adversário exagerou no direito de perder gols.

Aos 7 minutos, Junior Urso ganhou na corrida da zaga e, na cara de Bruno, bateu em cima do goleiro.

Quatro minutos depois, após bate-rebate na área, Gil bateu por cima da meta.

A pressão era enorme e o Palmeiras mal conseguia passar do meio de campo.

No 19º minuto, Bruno fez defesa espetacular em batida cruzada de Willian Farias.

Aos 32 minutos, tivemos uma jogada esquisitíssima, em que um chutão foi dado para o alto, a defesa palmeirense parou, e, sozinhos, Gil e Everton Costa trombaram, na frente de Bruno.

Everton Costa, após dominar no peito dentro da área, aos 41 minutos, virou rápido e  bateu de primeira, porém Bruno, bem colocado, só encaixou.

De repente, aos 46 minutos, após cobrança de falta de Marcos Assunção, a defesa do Coxa bobeou e Jonas segurou Betinho dentro da área.

Pênalti indiscutível.

Valdivia, que até então era uma nulidade na partida, bateu com enorme categoria, um minuto depois, para abrir o marcador.

No segundo tempo, tudo mudou.

Felipão acertou a marcação da equipe, que voltou bem mais aguerrida, anulando o ataque do Coritiba.

Bruno, que trabalhou demais na etapa inicial, nem pegou na bola no tempo final.

Aos 18 minutos, Juninho arriscou batida da meia esquerda, e a bola, que pingou no gramado quase enganou o goleiro Vanderlei.

Um minuto depois, Marcos Assunção bateu falta, a bola resvalou na zaga e encontrou Thiago Heleno, que, de costas, cabeceou para ampliar o marcador.

Com o jogo praticamente na mão, eis que Valdivia, que já havia levado cartão amarelo imbecil no inicio da etapa, deu uma cotovelada no rosto de Wiliam Farias, e foi merecidamente expulso.

Além de não jogar nada, ainda prejudicou sua equipe num momento tão decisivo.

Asno ou irresponsável ?

Talvez os dois.

Daí por diante, mesmo sem a criatividade demonstrada no período inicial, o Coritiba foi para o ataque, e, aos 31 minutos, foi duramente prejudicado pela arbitragem, quando Marcio Araujo cometeu penalidade escandalosa em Tcheco, e nada foi assinalado.

No final, Maikon Leite arrancou, driblou o goleiro, mas na hora de concluir errou a batida na bola, facilitando a retomada da zaga.

O Palmeiras, com dois gols de vantagem, deu um grande passo para conquistar a Copa do Brasil, principalmente porque seu treinador, Felipão, é especialista em torneios com esse regulamento, e, dificilmente deixará escapar a oportunidade.

Mas, sem dúvida, o Coritiba tem muitos motivos para reclamar.

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