Corinthians: intermediário não consegue acordo no caso Wilson

Recentemente o Corinthians foi condenado a pagar R$ 18 milhões à família de Moacir da Cunha Viana pela desastrada negociação do atacante Wilson.
Da mesma maneira que agiu em relação à outra condenação, do cheque sem fundo emitido por Andres Sanchez à Turbo Sport, mais R$ 1,6 milhão, o clube se utilizou de um intermediário para tentar amenizar a situação e, se possível, chegar a um acordo de pagamento.
O ex-inimigo, tantas vezes achincalhado por todos os dirigentes da atual gestão, Rolando Wohlers, conhecido como Ciborg.
Porém, enquanto o caso da Turbo Sport, empresa que intermedeia jogadores, parece caminhar para uma solução, o da família de Moacir, tudo indica, deve caminhar para a execução.
“Eles não querem acordo. Não tem jeito. O advogado tem direito a 20%, não vai facilitar”, disse Ciborg.
Vale lembrar que Wilson foi trazido ao Corinthians, segundo se dizia, a custo zero, através de uma ação benemérita.
