Corinthians: Libertadores é o “dedo” na granada

Não há mais volta na política do Parque São Jorge no que diz respeito ao relacionamento entre adeptos de Andres Sanches e os “corinthianos obsessivos” que apoiam o delegado Mario Gobbi, atual presidente do clube.

Promessas feitas, com conteúdos diferentes, para ambos os lados, tornaram insustentável a relação.

Para a turma de Andres, foi falado que tudo permaneceria como antes, razão pela qual se empenharam em sua campanha.

Para os “obsessivos” prometeu-se exterminar boa parte do grupo citado acima.

O fato é que, embora apregoem algumas atitudes tomadas como se estivessem realizando uma “faxina” no Parque São Jorge, a realidade “obsessiva” é bem diferente.

Pura disputa de poder no gerenciamento de “esquemas” lucrativos do clube.

É só perceber, nos locais em que mais apodera-se de “taxinhas” no Corinthians, o nível desqualificado dos que foram colocados no comando.

Ou seja, pode ser “tranqueira”, desde que atenda aos desejos do grupo que ocupa atualmente o poder.

Os exemplos são claros: no futebol amador, mantiveram o dono de estacionamento Fernando Alba, o mesmo que sempre fechou os olhos – se é que não participou – para toda a sacanagem existente no local.

Para auxiliá-lo temos figuras altamente inconfiáveis, como o ex-Fora Dualib Bob Cuspe, o Doni, além do filho adotivo de Joaquim Grava, Flavio Furlan, conhecido não apenas pela incompetência na função, mas também pela voracidade em participar de negociação de jogadores.

Quase todos sócios de conselheiros corinthianos e alguns empresários no setor.

Temos também um “bingueiro” acusado de comprar sentença de juízes ocupando o cargo de Diretor de Futebol do clube, abaixo da Presidência, sem dúvida, o posto mais relevante.

Gente que, tivéssemos um delegado que de fato honrasse as calças que veste no comando alvinegro, sequer poderiam entrar no Parque São Jorge.

O fato é que o pino da “granada”, que está prestes a explodir e dividir publicamente um grupo já rachado internamente, está sendo segurado pelo dedo da Libertadores da América.

Se o Corinthians vencer o torneio, talvez um ou outro possa aderir aos que estão no poder, mas, em caso de derrota, a guerra será deflagrada.

Os oposicionistas ?

Nada tem a ver com a festa, e, atônitos, assistem a um espetáculo que tinha final absolutamente previsível, mas não esperava-se fosse iniciado tão rapidamente.

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