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Runco e Grava – triste episódio da medicina

Antes de iniciar a analise, deixaremos bem claro que nossa opinião sobre as condutas do jogador Adriano, fora de campo – algumas gravíssimas – sempre foi a pior possível.

Razão pela qual não temos nenhum motivo especial para defendê-lo.

Muito pelo contrário.

Porém, nada justifica a ação lamentável da qual vem sendo vítima, nas mãos de dois médicos que são “consagrados” pela imprensa esportiva, mas que, academicamente, não possuem currículo minimamente respeitável.

Jose Luiz Runco, médico do Flamengo, deveria estar preocupado com o estado clínico do jogador, mas, na verdade, busca alternativas para salvar o “companheiro” responsável pela cirurgia anterior, claramente mal executada.

Sim, porque, após quase um ano de tratamento, somente agora “revelar” que Adriano não fazia a fisioterapia corretamente cheira a subterfugio para mascarar a incompetência.

Uma “historinha” que desmente os próprios discursos de Joaquim Grava, médico corinthiano, que sempre dizia “estar tudo dentro da programação.”

Sem contar que nenhum dos dois profissionais, irresponsáveis ao extremo, fala dos principais problemas do jogador, muito mais consequentes do que um simples rompimento de tendão.

Talvez até porque Grava tente fugir do tema alcoolismo como o Diabo foge da cruz, quando, na verdade, deveria enfrenta-lo de peito aberto, servindo de exemplo para outras pessoas.

Atitude que, a bem da verdade, não seria condizente com seu histórico de vida, recheado de “problemas”, quase todos amenizados pela imprensa amiga, da qual muitos jornalistas correm o risco de serem operados por sua equipe, apenas para não terem que pagar pela cirurgia.

“Gentileza” esta que fomenta o silencio criminoso da mídia.

Jornalistas fingem achar “natural” Runco e Grava se ajudarem, mesmo que para isso claramente prejudiquem a vida de um ser humano.

E, para que tudo de certo, não apenas atestam suas inverdades como inventam títulos de “referencias” para ambos.

Coisa que Grava e Runco sempre estiveram muito distantes de ser.

Bastaria uma simples pesquisa no meio acadêmico, que os jornalistas não sabem ou temem fazer, para colocar por terra toda essa farsa, que sobrevive a custa de muitas trocas de favores e do silêncio dos boleiros, temerosos em abrir a boca e contar a verdade.

Para finalizar, poupem-me aqueles que dirão que “Adriano assumiu seus erros da coletiva do Flamengo”, na tentativa de defender o indefensável.

Além de estar nas mãos dos doutores citados, o jogador é a pessoa menos qualificada para opinar sobre qualquer assunto, seja ele qual for.

Por motivos óbvios, é claro.

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