Departamento médico do Corinthians na berlinda
O caso Adriano reabre uma série de discussões sobre os métodos utilizados pelo departamento médico do Corinthians para recuperá-lo.
Os erros são evidentes.
Além da desconfiança com a cirurgia do tendão, comandada pelo Dr. Joaquim Grava, que, em outras oportunidades, foi acusado de cometer equívocos ainda mais graves, há a inabilidade em diagnosticar os problemas psíquicos e psicológicos do jogador.
Grava chegou a afirmar, num programa de televisão, que Adriano já era “manco”, numa declaração infeliz, que beira o desespero, e que pode facilmente ser desmentida por imagens anteriores à de sua contratação pelo Timão.
Este espaço, que nunca aliviou para o jogador, e sempre expos o que pensa a respeito de suas estripulias fora do campo, sabe muito bem que as fisioterapias após a cirurgia não foram realizadas a contento, porém, utilizar esse argumento para justificar o injustificável não é atitude digna de um “doutor” tão afamado.
Até porque, se a recuperação não ocorria de maneira adequada, sem que punição alguma fosse imposta, tornam-se os médicos alvinegros cumplices também desse problema, omissos que foram ao passarem a mão na cabeça do atleta.
Cobrar depois, publicamente, o que deviam tê-lo feito internamente, dá mostras de despreparo em profissionais que tem obrigação, até pela profissão, de se manterem sóbrios.
E, se tem fama que o Dr. Grava não possui, é a de se manter nessa postura.


Tem provas?
Caluniador pode?
Pode preconceitos?
Ofensas pode?
Isso ofende?