Nem a taça do “Fair Play” escapou da incompetência de Ricardo Teixeira

Se em 2006 a Seleção Brasileira deu vexame na Copa do Mundo, recheada de “craques” que se portavam como astros de cinema, recebeu, ao menos, como prêmio de consolação, o troféu “fair play” de equipe mais disciplinada do torneio.
Mas nem essa conquista Ricardo Teixeira conseguiu respeitar.
Leio na “FOLHA” de hoje que o objeto ficou retido, à época, no escritório da Receita Federal esperando ser retirado pela CBF.
Passado o período legal, foi leiloado, com certificado da FIFA e tudo, mesmo após a CBF ter sido notificada para retirá-lo, ocasião em que foi arrematado por um comprador não identificado
Este, por sinal, tentou, em vão, revende-lo à entidade, que recusou-se a comprá-lo.
Ou seja, Teixeira abriu mão do símbolo de uma conquista, mesmo que menor, sem se dar conta de que era direito da entidade ter o objeto em sua sala de troféus.
Não se sabe por puro desleixo com as coisas do futebol ou se por medo de reencontrar novamente a Receita Federal em seu caminho, que tantas lembranças tristes lhe ocasionaram.
Veja bem do que o futebol brasileiro se livrou…
