De “empresário” bem sucedido a assalariado da CBF

Para não perder o costume, o agora diretor de Seleções da CBF, Andres Sanchez, deu um show de baixaria na sabatina promovida pela “FOLHA”, no dia de ontem.
Porém, uma interessante declaração, que vem se tornando regra nas últimas semanas, demonstrou a preocupação do dirigente em apagar seu passado “empresarial” da memória do público.
É a terceira ou quarta vez que Sanchez divulga, publicamente, às vezes até sem ser questionado, que trabalha na CBF recebendo a remuneração de R$ 75 mil.
Após a comprovação de que as empresas que dizia serem suas nunca existiram ou só tiveram vida no papel, é fundamental para que seus desejos de grandeza possam ser bem sucedidos que o assunto caia de vez no esquecimento.
Evita-se assim que novas perguntas indesejáveis, relacionadas a seu enriquecimento instantâneo, não só o dos últimos quatro anos, mas o que ainda estaria por acontecer, continuem a gerar suspeitas.
