O COB faz a festa e ninguém fiscaliza

A coluna de Sonia Racy, no “Estadão” de ontem, tratou de demonstrar claramente como funcionam as coisas no reino de Carlos Arthur Nuzman.

O COB até o momento não comprovou que a festa do Prêmio Brasil Olímpico passou por licitação.

Até porque não passou.

Coube ao advogado e colunista do MidiaCast, Alberto Murray Neto, denunciar a irregularidade à Procuradoria da República.

O COB recusa-se a apresentar as cópias dos editais que diz ter cumprido, mesmo sabedor que é de que, por lei, eles devem ser tornados públicos

Somente de verba do Ministério do Esporte, com a benevolência de Orlando Silva Junior (PCdoB), R$ 1,8 milhões foram repassados aos cofres da entidade.

Resta agora à presidente Dilma Rousseff (PT), que também recebeu cópia da denúncia, evitar cometer os erros de seu antecessor, que deu vida boa a essa gente, e cobrar com veemência a transparência na utilização das contas públicas.

Até porque do Ministério do Esporte, parceiro dessa gente, nada pode se esperar, como de costume.

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