Kleber e sua pouca inteligência

O jogador Kleber do Palmeiras é mais um daqueles casos em que o cérebro não acompanha o talento.

Atleta eficiente, mas que não consegue controlar os nervos.

Se continuar agindo dessa maneira prejudicará não só o clube que paga seu salário, mas a sua própria carreira.

Ficar marcado por não ser inteligente em situações como as que ocasionaram suas expulsões tendem a fechar boas portas.

Aprontou no São Paulo, foi para o exterior e voltou da mesma maneira.

Ainda há tempo para uma mudança de atitude.

Antes que seja tarde demais.

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33 Comentários

  1. Ótima fase deste mau-carater que é o Kléber, que me faz lembrar o Marcelinho Carioca.Nas frente das cameras se mostra um, coitadinho, bom moço, mas dentro do campo é um sem vergonha, maldoso, isso pra ser legal com ele.
    Está aí, quem vê este jogador atuar e diz “gosto do jeito dele” só pode ser pouco inteligente, uma coisa é não desistir nunca, como por exemplo o Tevez, o Herrera, o Mineiro, o Pierre, porém com lealdade, sem sinismo, sem deslealdade com os companheiros de profissão.
    Não vejo problemas com as vitórias do Palmeiras, mas torço e muito contra esse cara, que cuspiu no prato que o criou, respeito e gratidão são duas das coisas que mais um ser humano tem de ter, e esse ser, pode ser até um bom jogador ( e assim o acho) mas como pessoa está longe de se manter como admirável.

    A mascara começou a cair seu mau-carater.

    Abs. Paulinho

  2. Kleber??
    Aquele que foi “despachado” pelo São Paulo lá pra Ucrânia e depois foi rejeitado pelo mesmo São Paulo??
    E tem gente que fica se remoendo por causa do sucesso do São Paulo. As certissimas atitudes da diretoria do SP com relação a esse marginalzinho e ao foca Denilson falam por si..

  3. Bom jogador, mas acho que o grande erro, é ser incentivado em seus erros, pela torcida.

    O resultado está aí.

  4. Paulinho,

    Esse rapaz precisa de uma ajuda psicológica, não são possíveis, tantas expulsões em um curto espaço no campeonato, prejudicando sua equipe.
    E era o melhor jogador do Palmeiras na partida.
    Desculpe-me, mais esse atleta chega a ser maldoso em alguns lances.

  5. O Kleber nunca foi solução pra ninguem , é só problema.
    Foi por esta razão que o São Paulo não o aceitou de volta impedindo-o de jogar no time de sua paixão (dito por ele mesmo).
    Dá pra notar que nos bastidores do Palmeiras as coisas não andam bem , é só notar o comportamento dos jogadores , Valdivia, kleber , Denilson, etc.
    Isso tem cara de rejeição ao Madureira

  6. Bom jogador, mas falta preparo psicologico, não tem cabeça para lidar com as provocações e perde a linha facilmente.

  7. ok ok ….todo mundo da imprensa ta criticando o cara, mas ate agora nao vi ninguem mostrar o lance !! Estao julgando o cara porque ja foi expulso,.”deve ter feito alguma coisa” !! No outro post vc escreveu sobre a hipocrisia da imprensa e nesse vc da uma de hipocrita como toda a imprensa ??

    O que o Kleber fez para ser expulso..?! Sofreu um penalti escandaloso que tambem ninguem da imprensa falou…

    Isso e o que a gente recebe por torcer pra um time que e alvo de racismo e preconceito desde a 2a guerra !! O brasileiro desse ano ja tem dono, assim como em anos anteriores e ganha quem pagar mais e nao quem ganhar mais !!

    A mafia brasileira de colarinho branco que se esconde atras de Quatrocentoes portugueses (SPFC), Maconaria (SPFC), Judiciario (SPFC), etc… e a pior do mundo !!!

  8. Ditadura e pré-conceito, infelizmente, fazem parte do nosso dia a dia.Essas pragas estão, como por osmose, sendo infiltradas nas nossas cabeças, corpos e mentes, e não é de hoje.
    Os comentários desses imbecis aí de cima, não me deixam mentir.São carregados de rancor e clamam por uma postura submissa, covarde e com total ausência de personalidade.
    O estabelecido, por parte da imprensa esportiva inclusive, esse setor do jornalismo que está atravessando seus piores momentos, é a de que o “bom cabrito, não deve berrar”.
    Falo do Kleber, mas poderia ser o Edmundo, o Serginho Chulapa.Indo mais prá trás, falaria do Almir, o Pernambuquinho, e tantos outros.
    Então, com a conivência total do árbitro,o Kleber, apanha, apanha, apanha, e tem que ficar quieto.Não pode reagir.Se reagir, está expulso, que é, afinal a plena ditadura sendo aplicada.Ou seja, a moral cristã, a TFP, o Estado e a vontade popular.Quando se diz que o Kleber tem que ser mais inteligente, isso quer dizer o que? Que ele deve revidar, sem que ninguem veja?Como isso é possível?Lembro-me muito bem, da porrada que o Pelé deu no Ubinhas,acho que é assim que se escreve, no jogo BrasilXUruguai, copa de 70.O Pelé, ao ver a cacetada que iria tomar, pulou antes da pernada do uruguaio e desferiu uma monumental cotovelada no nariz do coitado, bem alí na ponta esquerda.O árbitro não viu.Quem viu, viu depois, no replay.Foi motivo de satisfação para todos.Isso é correto?Pode revidar, mas que eu não veja.É isso?
    Quem quer apostar comigo, que o Kleber vai pegar um baita gancho, por
    essa expulsão?É a reafirmação de tudo o que nós vimos aí em cima, mais o ato do árbitro.Ele será punido exemplarmente, para não fazer de novo, o que fez.É hilário e absolutamente infantil.Menos para quem concorda com
    isso tudo. Fosse eu diretor do Palmeiras, venderia o Kleber.Acho que vai ser muito dificil para esse garoto jogar futebol aqui no Brasil.Ele já está absolutamente “marcado” pelos ditadores, canalhas e hipócritas desse meio perverso, que é toda a cadeia do negócio chamado futebol.Tivessemos um pouco mais de justica e respeito aos direitos pessoais, andaríamos muito, mas muito melhor, do que andamos hole.

  9. O problema dele é outro paulinho.

    Ele é mau-caráter.. é um bandido jogando bola..

    todo mundo sabe disso..

    além de não jogar nada, é bandido..

    tenho nojo de um “atleta” desse ter defendido meu tricolor..

    essa bandidagem só merece uma coisa: a MORTE..

    t+

  10. Pelo menos em uma coisa o Hilton, Zeca ou sei lá mais que nome que ele usa,tem razão, tudo isso que está acontecendo é culpa do São Paulo!!
    O São Paulo teve culpa sim, pois tirou esse marginal da FEBEM e tentou dar um futuro decente para ele, devia deixa-lo lá!!!

  11. O Kléber só erra ao devolver o que lhe fazem. No mais sou muito mais ele do que qualquer atacante de qualquer outro time. Vai lá Kléber! Mas acerte o cara fora do campo, pelo amor de Deus!

  12. Edson Albino Ursini,
    eu nao vi o lance da expulsão, mas vou lembrar três lances do Kleber pra vc refrescar sua memória:
    Palmeiras x SP: Bola alçada na área, Kleber acerta uma cotovelada e abre um corte na testa do zagueiro.
    Palmeiras x Ponte: Num lance no meio de campo, ao se enroscar com um jogador da Ponte, Kleber deixa a sola da chuteira no rosto(!) do jogador da Ponte Preta.
    Goias x Palmeiras: Bola levantada na área do Goiás, o zagueiro sobe pra cabecear e o goleiro salta pra agarrar a bola.. Kleber, que não estava bem posicionado pra cabecear, empurra o zagueiro contra o goleiro, contundindo os dois.
    Quanta personalidade, não? Seguindo seu raciocínio, o Kleber merecia uma medalha de honra ao mérito por todos esses atos honrosos e “anti-ditatoriais”.
    Que bom seria se todas as pessoas agissem com esse mesmo senso de respeito e justiça, não? Seu colega de trabalho te dá uma resposta atravessada e vc responde com um chute na cabeça dele…

    Sem ironia, o Kleber não é o único atacante que leva entradas fortes de zagueiros. Além disso, existe uma enorme diferença entre “entrar forte” e entrar com maldade. Entrar forte faz parte do jogo, e quem faz isso deve ser punido com cartão amarelo (ou muitas vezes a falta nem ocorre e não deve ser marcada). Quem entra com a maldade e a corvardia que esse moleque mostra deveria ser banido do futebol por uns 6 meses, pra pensar no real significado das palavras “respeito” e “justiça” e começar a agir como homem.

  13. Palmeiras…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…Agora conta a do português…………

  14. SEMPRE PRECISAMOS REFRESCAR A MERDA QUE CIRCULA NA CABEÇA DO ZECA/MARCOS/ LUÍSA/ HILTON

    “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil peto trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

  15. Muito ja se discutiu nessa comunidade, e em outras, a fantasia de que o São Paulo teria tentado “roubar” o Parque Antarctica…

    Já se falou muita coisa, mas não ninguem escrevia algo de concreto sobre o tema. A ferida foi aberta em outro tópico então achei por bem abrir este…

    Primeiro precisamos saber o contexto histórico da época, começando a demonstrar como o Palmeiras era dirigido naquela época:

    “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil peto trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

    Primeiramente minha tese:

    Então…. o que deve ter acontecido…

    Na época da guerra, era normal os guetos de fascistas/nazistas serem confiscados pelo Estado, ja que o Brasil declarou guerra ao Eixo e Getulio Vargas baixou uma série de leis restringindo os direitos das agremiações estrangeiras, ameaçando de fechamento quem as descumprissem.

    Como demonstrado, o Palmeiras era um enclave de fascistas, rascistas e entreguistas seguidores de Mussolini…

    Então, como todas instituições germânicas/italianas/japonesas da época estavam sujeitas à expropriação…

    Logo, para se livrarem disso mudaram o nome para Palmeiras e contrataram jogadores negros…para abrasileirar o clube e escapar da ocupação estatal…

    Da mesma forma, aqui em SP o Germânia virou Pinheiros, em BH o Palestra virou Cruzeiro…

    Agora colocar a culpa disso no SPFC é um exercício de imaginação muito grande…

    Mas como minha tese não vale nada…vejamos o que diz este artigo acadêmico…tese de doutorado

    Pesquisa do historiador Alfredo Oscar Salun aponta que na época da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942, Corinthians e Palmeiras foram forçados a expulsar cerca de 150 sócios de origem estrangeira, inclusive alguns de seus dirigentes. Os dois clubes estavam entre as entidades atingidas pela legislação repressora do Estado Novo, especialmente de 1941 até 1945, quando aumentou o rigor na vigilância da polícia política aos grupos estrangeiros e seus descendentes.

    Equipes mais populares da época, Palestra Itália (antigo nome do Palmeiras) e Corinthians atraíam grande número de torcedores de origem imigrante, muitos dos quais operários, caracterizando-os como times populares. “Quando o Brasil declarou guerra à Itália, Alemanha e Japão, a vigilância aos estrangeiros pela Delegacia de Ordem Política e Social (DEOPS) aumentou, devido a suspeitas de espionagem”, conta Salun.

    “No Palestra Itália, predominavam os italianos, e no Corinthians havia também italianos, além de espanhóis, alemães e até árabes”, explica o historiador, que pesquisou os efeitos das medidas de nacionalização para sua tese de doutorado no Núcleo de Estudos de História Oral (NEHO) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

    Após a entrada do Brasil na guerra, o Conselho Nacional de Desportos (CND) baixou uma série de regulamentações para o esporte, em acordo com o projeto nacionalista do regime do Estado Novo (1937-1945). “Os clubes de futebol foram atingidos, tendo que expulsar dirigentes e associados estrangeiros, principalmente os ligados aos países do Eixo, rotulados como ‘Súditos do Eixo’.”

    Vigilância
    A desobediência às normas de nacionalização poderia levar ao fechamento dos clubes. “No caso do Palestra Itália, isso gerou RUMORES NÃO CONFIRMADOS de que dirigentes do São Paulo manobravam nos bastidores para tomar seu patrimônio”, relata Alfredo Salun. “Os boatos e a mudança de nome para Palmeiras, em 1942, tornaram o episódio marcante na história do clube e dos seus torcedores, ao contrário dos fatos ocorridos no Corinthians.”

    A aplicação das leis levou a destituição do presidente do Corinthians Manuel Correncher, espanhol de nascimento. “O clube conquistou vários títulos na gestão de Correncher, considerado uma figura folclórica, comparada a de Vicente Matheus”, conta Salun. “A presidência foi assumida por Mario de Almeida, interventor indicado pelo CND, que ocupou o cargo por alguns meses, até o clube escolher um novo presidente.”

    Em um clube é uma história conhecida e celebrada e no outro, silenciada e apagada”, destaca o historiador. Nesse aspecto, o pesquisador desenvolve um trabalho em História Oral, com torcedores, jogadores e dirigentes. “Esses clubes não foram os únicos na capital paulista que foram alvos da repressão, mas tinham maior torcida e prestígio.”

    Reuniões de diretoria dos dois clubes só eram feitas com autorização da DEOPS e a presença de um agente do órgão. “Os clubes também precisavam de permissão oficial para jogos fora de São Paulo, especialmente no litoral, devido a importância estratégica das regiões costeiras na Segunda Guerra Mundial.”

    Após as expulsões, Corinthians e Palmeiras realizaram uma “campanha de nacionalização” para atrair novos sócios, nascidos no Brasil. “A imprensa da época viu essa iniciativa como uma prova de patriotismo”, diz Salun. “Os estrangeiros expulsos começaram a retornar aos clubes após 1945, como reflexo do final da Guerra, de medidas liberalizantes adotadas pelo governo de Getúlio Vargas e o fim da perseguição à ‘quinta-coluna’, espiões e os ‘Súditos do Eixo’.”

    http://www.usp.br/agen/repgs/2007/pags/002.htm

    O PALMEIRAS É UM CLUBE SUJO DE ESQUEMAS MAFIOSOS, E QUE TEVE A MÁCULA DO FACISMO E DO RACISMO EM SUA HISTÓRIA.

  16. Parabens Edson, vc foi perfeito !!!! Ja ja te chamam de Zeca tambem…

    E Marcio, se bandido merece morte, o que vc esta fazendo vivo ?? Cale a boquinha meu rapaz, nem vc e nem ninguem tem imagem ou viu sequer se o Kleber fez alguma coisa e estao aqui julgando…!! Hipocritas !!

    Esse e nosso Brasil, algumas palavras aqui mostram bem porque nosso pais e uma merda mal-cheirosa !!

  17. Detalhe….ninguem foi etico suficiente para comentar o absurdo penalti que esse atacante recebeu, que mudaria o placar do jogo e a tabela do torneio, e mesmo assim ficou quieto !!

    Vai embora Kleber, vc e todos os jogadores de nivel…deixem Hugos, Jorge Wagners, Aloisios e todos os demais que nao tem nivel suficiente pra jogar la fora, sendo heroi de pobre aqui…..

  18. Alem de mau carater é covarde .
    O kleber arrumou uma briga em uma boate de São Paulo.
    Quando viu o tamanho do cara fugiu e deixou seu irmão apanhando sozinho lá dentro.
    DEPOIS DISSE A IMPRENSA QUE ESTAVA FUGINDO DE UMA TURMA DE TORCEDORES DO SÃO PAULO QUE QUERIA PEGA-LO.
    É MENTIRA ! ELE MEXEU COM UMA GAROTA E NÃO SABIA O TAMANHO DO NAMORADO DELA.

  19. Denilson, vc é um Bozo.

    Quanto ao Kléber ele ontem apanhou, apanhou e apanhou…

    Uma pena que o futebol de maricas, hoje praticado no Brasil, não permita e reconheça um jogador valente e aguerrido.

    Ontem o juiz foi sem vergonha e um grande palhaço. (fica com ciúmes não, Bozo).

    Se o Kléber foi criado pelos leonordinenses, isso é passado, a resposta foi dada no campeonato paulista, deixando um zaguerinho com a bunda ralada e o goleiro de hoquei estatelado no chão.

    E pelo jeito as “namoradas” das zagueiros do São Paulo são muitas.

  20. o kleber eh todo machao, nem tamanho tem pra isso, mas ele vai ficar tranquilinho ateh tomar um pau de algum zagueiro porra loca… ai vao dizer que o zagueiro eh que nao presta, tem que ser banido do esporte.
    lugar de marginal eh na cadeia

  21. Que fique claro…se surgir uma imagem que prove que Kleber merecia ser expulso, tenho humildade suficiente para entao admitir tal fato, porem julgar sem sequer saber, estaremos voltando ao periodo onde se queimava uma mulher apenas por alguem a chamar de bruxa !!

  22. As namoradas do Kléber estão histéricas!!!!

    Por que será?

    Provavelmente porque vem aí uns 5 jogos de suspensão.

    PALMEIRAS, Um Clube SUJO, que tem a Mácula do RACISMO e do FACISMO.

    Uma desgraça anti brasileira, que acredita na superioridade racial de europeus.

    Ontem de novo o Esquema TRAFFIC, falou mais alto.

    Um impedido de Alex Mineiro, e um gol nascido de falta inexistente.

    E tem namorada do Kléber, que ainda diz que o time não é sujo e cheio de esquemas.

  23. hahaha, como vcs conseguem, perder tanto tempo discutindo pelo Kleber????
    Como ja falei aqui, ele é um bom jogador, tem visão de jogo e sabe finalizar bem. Porém ele é esquentadinho e perde a linha com muita facilidade, qualquer zagueiro consegue tirar ele do sério, ai ele perde a calma e faz besteira. Ou os Palmeirenses acham realmente que ele é santo e foi expulso tres vezes seguidas porque o Juizes são “malvados” e perseguem o coitadinho? Afinal de contas zagueiro vai bater em atacante sempre, e não só no Kleber, em todos, agora o cara tem que ter inteligencia e tranquilidade para não ser expulso sempre, porque assim ele só prejudica o Palmeiras e a ele mesmo.

  24. “Alicio Pena Júnior alega que o camisa 30 do Verdão acertou um chute no tornozelo do zagueiro Rafael Marques, do Goiás, fora da disputa de bola. A agressão foi flagrada pelo assistente Márcio Eustáquio Santiago.”

    COMO O AMIGO ACIMA DISSE O KLEBER É COVARDE , CHUTOU O RAFAEL MARQUES FORA DO JOGO SEM DAR CHANCE DE DEFESA AO JOGADOR DO GOIAS.

  25. Denilson, vc foi não foi expulso apenas de uma comunidade,
    como você citou em um texto anterior aqui no Blog do Paulinho.

    Você já foi expulso a ponta-pés de outra comunidade palmeirense.

    Quer que eu post aqui o que você escreveu?

    Quer ser desmascarado e mostrar a sua verdadeira cara?

    Repito você um Bozo.

  26. Todos sao bozos hipocritas…Marco Antonio, vc e o maior, afinal acreditar na Globo ou em qualquer um mesmo sem ver as imagens e dai ja julgar …

    Parabens…vc eh uma pessoa muito justa e honesta !!! afffff

    Geraldinho, o chatinho do blog do paulinho !!

  27. Fique a vontade:

    Muito ja se discutiu nessa comunidade, e em outras, a fantasia de que o São Paulo teria tentado “roubar” o Parque Antarctica…

    Já se falou muita coisa, mas não ninguem escrevia algo de concreto sobre o tema. A ferida foi aberta em outro tópico então achei por bem abrir este…

    Primeiro precisamos saber o contexto histórico da época, começando a demonstrar como o Palmeiras era dirigido naquela época:

    “Era, porém, bastante significativo que o Palestra Italia só tivesse botado um preto no time depois de Pearl Harbour.

    Nao podia haver duvida que o Brasil, mais dia menos dia, ia entrar na guerra contra as potências do Eixo, uma delas a Itália. E o que explica a pressa da contrataçãoo de Og Moreira, preto de cabelo esticado, ja careca.

    Antes ninguem reparara nos times sempre brancos do Palestra. Talvez porque nao eram tao brancos. Ou eram brancos à maneira brasileira. E um pouco, quem sabe, à italiana, com os descendentes dos seus ‘Otelos’ e suas ‘Desdêmonas’.

    Pearl Harbour, assim, apressava o abrasileiramento do Palestra, ainda muito italiano. Fazendo, inclusive, questão de ser italiano. Como se isto o enobrecesse.

    Era a vaidade de raça que tornara possível o fascismo, o retorno a Roma, dona do mundo. E que justificava a invasão da Abissinia pela superioridade da raça branca sobre a negra.

    Os italianos do Palestra, quase todos enobrecidos no Brasil peto trabalho, tinham a fraqueza, bem forte nos novos ricos, pelos títulos de nobreza. Aqui a fonte de tais títulos tinha secado com a proclamação da República. Restavam as comendas. Como italianos, ou filhos de italianos, os palestrinos preferiam as da Italia. Dadas pelo Papa ou pelo Duce. Podiam, inclusive, ser condes.

    Daí a subserviência que demonstravam muitos deles, avidos de servir a Itália, ou ao fascismo, que Ihes podia retribuir com honrarias. Mesmo quando o serviço que deles se esperava fosse um desserviço ao Palestra.
    Pretendesse um clube brasileiro um jogador do Parque Antartica: todos os italianos do Palestra se ofendiam. Todos, italianos e brasileiros. Mais, porém, os italianos e filhos de italianos que, pela dupla nacionalidade, italianos eram. Ou se sentiam. Por orgulho de raça e de dinheiro.

    Bastava, contudo, um cIube italiano namorar um jogador do Palestra, para que, pelo menos os mais importantes italianos do clube do Parque Antárctica, mesmo os ja de comenda ao peito, se considerassem honrados. Como se um conde legítimo lhes pedisse a filha em casamento.

    Tudo isto, depois de Pearl Harbour, colocava o Palestra Itália numa delicada.

    O que passara despercebido até então, o racismo emigrado do clube do Parque Antartica, se não corrigido a tempo, apareceria como uma mancha capaz de deixar uma pecha de quinta-colunismo, não ao clube, mas aos que o dirigiam.

    (Filho, Mario – O negro no futebol brasileiro – 4ª edição – Rio de Janeiro – Editora Mauad, 2003 – p.231 e 232)

    Primeiramente minha tese:

    Então…. o que deve ter acontecido…

    Na época da guerra, era normal os guetos de fascistas/nazistas serem confiscados pelo Estado, ja que o Brasil declarou guerra ao Eixo e Getulio Vargas baixou uma série de leis restringindo os direitos das agremiações estrangeiras, ameaçando de fechamento quem as descumprissem.

    Como demonstrado, o Palmeiras era um enclave de fascistas, rascistas e entreguistas seguidores de Mussolini…

    Então, como todas instituições germânicas/italianas/japonesas da época estavam sujeitas à expropriação…

    Logo, para se livrarem disso mudaram o nome para Palmeiras e contrataram jogadores negros…para abrasileirar o clube e escapar da ocupação estatal…

    Da mesma forma, aqui em SP o Germânia virou Pinheiros, em BH o Palestra virou Cruzeiro…

    Agora colocar a culpa disso no SPFC é um exercício de imaginação muito grande…

    Mas como minha tese não vale nada…vejamos o que diz este artigo acadêmico…tese de doutorado

    Pesquisa do historiador Alfredo Oscar Salun aponta que na época da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1942, Corinthians e Palmeiras foram forçados a expulsar cerca de 150 sócios de origem estrangeira, inclusive alguns de seus dirigentes. Os dois clubes estavam entre as entidades atingidas pela legislação repressora do Estado Novo, especialmente de 1941 até 1945, quando aumentou o rigor na vigilância da polícia política aos grupos estrangeiros e seus descendentes.

    Equipes mais populares da época, Palestra Itália (antigo nome do Palmeiras) e Corinthians atraíam grande número de torcedores de origem imigrante, muitos dos quais operários, caracterizando-os como times populares. “Quando o Brasil declarou guerra à Itália, Alemanha e Japão, a vigilância aos estrangeiros pela Delegacia de Ordem Política e Social (DEOPS) aumentou, devido a suspeitas de espionagem”, conta Salun.

    “No Palestra Itália, predominavam os italianos, e no Corinthians havia também italianos, além de espanhóis, alemães e até árabes”, explica o historiador, que pesquisou os efeitos das medidas de nacionalização para sua tese de doutorado no Núcleo de Estudos de História Oral (NEHO) na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

    Após a entrada do Brasil na guerra, o Conselho Nacional de Desportos (CND) baixou uma série de regulamentações para o esporte, em acordo com o projeto nacionalista do regime do Estado Novo (1937-1945). “Os clubes de futebol foram atingidos, tendo que expulsar dirigentes e associados estrangeiros, principalmente os ligados aos países do Eixo, rotulados como ‘Súditos do Eixo’.”

    Vigilância
    A desobediência às normas de nacionalização poderia levar ao fechamento dos clubes. “No caso do Palestra Itália, isso gerou RUMORES NÃO CONFIRMADOS de que dirigentes do São Paulo manobravam nos bastidores para tomar seu patrimônio”, relata Alfredo Salun. “Os boatos e a mudança de nome para Palmeiras, em 1942, tornaram o episódio marcante na história do clube e dos seus torcedores, ao contrário dos fatos ocorridos no Corinthians.”

    A aplicação das leis levou a destituição do presidente do Corinthians Manuel Correncher, espanhol de nascimento. “O clube conquistou vários títulos na gestão de Correncher, considerado uma figura folclórica, comparada a de Vicente Matheus”, conta Salun. “A presidência foi assumida por Mario de Almeida, interventor indicado pelo CND, que ocupou o cargo por alguns meses, até o clube escolher um novo presidente.”

    Em um clube é uma história conhecida e celebrada e no outro, silenciada e apagada”, destaca o historiador. Nesse aspecto, o pesquisador desenvolve um trabalho em História Oral, com torcedores, jogadores e dirigentes. “Esses clubes não foram os únicos na capital paulista que foram alvos da repressão, mas tinham maior torcida e prestígio.”

    Reuniões de diretoria dos dois clubes só eram feitas com autorização da DEOPS e a presença de um agente do órgão. “Os clubes também precisavam de permissão oficial para jogos fora de São Paulo, especialmente no litoral, devido a importância estratégica das regiões costeiras na Segunda Guerra Mundial.”

    Após as expulsões, Corinthians e Palmeiras realizaram uma “campanha de nacionalização” para atrair novos sócios, nascidos no Brasil. “A imprensa da época viu essa iniciativa como uma prova de patriotismo”, diz Salun. “Os estrangeiros expulsos começaram a retornar aos clubes após 1945, como reflexo do final da Guerra, de medidas liberalizantes adotadas pelo governo de Getúlio Vargas e o fim da perseguição à ‘quinta-coluna’, espiões e os ‘Súditos do Eixo’.”

    http://www.usp.br/agen/repgs/2007/pags/002.htm

    O PALMEIRAS É UM CLUBE SUJO DE ESQUEMAS MAFIOSOS, E QUE TEVE A MÁCULA DO FACISMO E DO RACISMO EM SUA HISTÓRIA.

    De corrupção e lavagem de dinheiro já existente no futebol Brasileiro…

    E ainda tem um monte de palestrinos aqui dando uma de “defensor da ética e dos bons costumes”…deviam ter minimo de discernimento em comentar sobre ‘SUJEIRA”

    pra vcs, o famoso esquema PALMEIRAS / PARMALAT…pela voz vinda de fonte file e digna…kkkkkkkkkk

    Esquema Palmeiras:

    http://www.terra.com.br/istoedinheiro/349/economia/pop_parma.htm

    O Gianni em questão era Gianni Grisendi, que presidiu a Parmalat nos anos 90 e deixou a empresa para se tornar acionista da Tecnosistemi e presidente da própria TIM, antes de se envolver em mais uma confusão com tempero italiano: a da Bombril. Hoje, com seus bens bloqueados, Grisendi está sendo investigado por fraude, lavagem de dinheiro e evasão de divisas num processo que corre na 42ª Vara Cível de São Paulo. Muitos outros personagens do diário, porém, conectavam-se à empresa indiretamente. Eram jogadores de futebol. Stefano, que presidiu a equipe do Parma, listou a venda de dois atletas de um time que foi patrocinado pela Parmalat: o Palmeiras. Eram o atacante colombiano Asprilla e o lateral-esquerdo Júnior. Mencionou também o contrato publicitário de Ronaldinho, que teria ganho R$ 5,5 milhões para atuar na campanha publicitária dos mamíferos, que vestia crianças como animais de pelúcia. E citou ainda a renovação de contrato do meia Alex, hoje no Cruzeiro, que ganhava R$ 390 mil por ano e pedia R$ 2,5 milhões. Tamanho interesse pelo futebol se explica. Os procuradores italianos estão convictos de que as transações com jogadores eram um meio de desviar dinheiro. Como o valor dos passes não correspondia à realidade, suspeita-se que parte retornava às contas dos Tanzi em paraísos fiscais.

    Mais em : http://www.terra.com.br/istoedinheiro/349/economia/349_diario_secreto_parmalat.htm#ancora

    dando que se recebe

    Um gavião travestido de periquito resolveu sobrevoar as alamedas do Parque Antártica para saborear com exclusividade alguns segredos do arqui-rival Palmeiras. Após bater asas ao longo de uma manhã festiva no terreno do inimigo, descobriu que o governador de São Paulo, José Serra, merece pelo menos uma placa ao lado do busto do divino Ademir da Guia.

    Coração verde apaixonado, Serra foi o grande responsável pelo acordo de patrocínio da Fiat, apesar do oba-oba da diretoria comandada com mão de gelatina por Afonso della Monica, sob as bênçãos da mídia caolha, que se contenta com a palavra oficial.

    O governador paulista aproveitou a viagem do presidente da Fiat ao país para persuadi-lo a aplicar uma pequena parte do rico dinheirinho da montadora na bola palmeirense. Em princípio, o poderoso chefão da Fiat queria apenas conversar com o presidente Lula sobre investimentos de R$ 5 bilhões no Brasil. Futebol, para ele, só o da Juventus, de Turim. E olhe lá!

    Entre os argumentos usados pelo mandachuva da Fiat para colocar o Palmeiras para escanteio, uma primária lição de marketing: o risco de perder uma bela fatia do mercado ao colocar o logotipo da empresa apenas no enxoval verde, o que poderia revoltar os torcedores dos outros grandes de São Paulo. Para evitar tal rejeição em Minas, por exemplo, a Fiat abriu o cofre para Cruzeiro e Atlético/MG; na Bahia, o mesmo já aconteceu com a dupla Ba-Vi.

    Serra não jogou a toalha. E propôs em troca do patrocínio um inesquecível presente de Papai Noel: impostos mais baixos e facilidades de pai para filho numa futura fábrica da montadora em São Paulo. Com tantas benesses, o presidente da Fiat não resistiu, sob pena de perder o emprego na volta à Velha Bota. Ganharia muito em troca de pouco. Topou investir R$ 9 milhões – e não R$ 12 milhões como foi cantado em prosa e verso pela diretoria do Palmeiras. O resto é conversa fiada para p**co dormir feliz.

    Coluna Completa
    http://espnbrasil.terra.com.br/colunistas/materia.aspx?Colunista=

    *Palmeiras 2 x 1 Inter – 2 jogadores do Inter expulsos. 1 com 20 minutos.
    *Palmeiras 1 x 0 Atletico – PR – Gol extremamente mal anulado do Atletico. Ah, jogador expulso.
    *Palmeiras 5 x 2 Cruzeiro – Jogador do Cruzeiro expulso no meio do primeiro tempo.
    *Palmeiras 2 x 0 Nautico – Penalti roubado qndo o jogo estava duro e jogador expulso por cotovelada no Kleber, q não era pra estar em campo por cotovelada no primeiro tempo.

    Mas não precisa ser no Palestra. Basta ser em sp:
    Palmeiras 1 x 1 Portuguesa – 2 penaltis nao marcados pra Portuguesa. Nao expulsao do Martinez.

    Logico q vai ter palmeirense falando q as expulsoes eram merecidas.

    Porem, além de nesse meio terem penaltis absurdos a favor e contra e gols anulados, temos q alertar para o seguinte:
    Há injustiça qndo o critério só é severo para um lado. Falta acontece todo jogo, mas rigor só no Palestra Italia.

    VOCÊ SABIA ?

    1. Que o Palestra Itália foi fundado por parte da colônia italiana que desprezava o Brasil e os brasileiros? (e vestiram camisa de nossa seleção?!)

    2. Que por separatismo tinha seus estatutos escritos em italiano e só aceitavam jogadores de origem italiana? (mas que cinismo, e entravam com a bandeira brasileira na mão!)

    3. Que foi o clube mais racista do Brasil e só aceitou o primeiro negro em suas fileiras em 1959, Djalma Santos, 45 anos depois da fundação?

    4. Que por suas inclinações fascistas espernearam o quanto puderam para trocar de nome, pois achavam humilhante se rebaixar a ter um nome abrasileirado?

    5. Que o Parque Antártica era um parque de lazer para a população paulistana, mas o Palestra \\\”convenceu\\\” a Cia. Antártica a \\\”vender-lhes\\\” o espaço?

    6. Que a partir da terceira prestação pararam de pagar, e foram salvos pelo conde Matarazzo?

    7. Que o referido conde lavava seu dinheiro na obra do estádio e deixava seus operários na penúria? (já naquele tempo, que salafra!)

    8. Que depois de injetar dinheiro sujo no Parque as indústrias Matarazzo faliram e deixaram os empregados na rua da amargura?

    9. Que grande parte dos títulos do Palestra foi conquistada subornando jogadores adversários, deixando sempre um dirigente de plantão no Ponto Chic para assediar os boleiros que o freqüentavam? (Algo a ver com a máfia italiana?)

    10. Que a tal final de 42 foi apitada por um juiz que atuava pela primeira vez em um clássico e depois desse jogo jamais apitaria outro? (Por que será? Coincidência, talvez?)

    11. Que o jogador sãopaulino Waldemar de Britto estava na gaveta do Palmeiras naquela final e o jogador Luizinho, que já tinha jogado no Palestra e conhecia as tramóias daquele clube, percebeu o esquema com juiz e seu companheiro e por isso recusou-se a seguir a partida?

    12. Que nas finais contra o São Paulo em 43 e 46, sabendo que estavam perdendo a hegemonia para o novo clube, contaram com a benevolência dos juizes para bater à vontade em Sastre e Renganeschi, mas mesmo assim esse último, com a costela quebrada, fez o gol do bicampeonato sãopaulino?

    13. Que em 1950, para barrar de qualquer maneira o tricampeonato do São Paulo, tramaram e foram descaradamente beneficiados na final por um juiz ingles que, horas depois, foi visto se esbaldando no baile de carnaval do Palmeiras? (quanta ética, quanta lisura, e têm a cara de pau de achar que são campeões do século!!)

    14. Que o Palmeiras, em 1968, ia cair para a segunda divisão não fosse um acerto com o Guarani que escalou Dante e Flamarion, dois jogadores sem condições legais e, com a perda dos pontos, salvou o atualmente neo-bugre? (Se ligaram tanto ao Guarani que resolveram se apequenar para se igualar ao verdinho campineiro)

    15. Que em 1978 o presidente Bruno Saccomani \\\”sacou money\\\” do Palmeiras, saqueou o quanto pôde, quebrando o clube que até hoje não se recuperou? (Caramba, se não fosse a Parmalat seriam 30 anos de fila? Per Bacco!!)

    16. Que a fila atual de 8 anos do Palmeiras, bem como a anterior de 17 anos, não foram as únicas, pois de 1951 a 1959 o Palmeiras não ganhou nada e esteve para cair em 57? (Então o gosto pela segunda divisão é namoro antigo?)

    17. Que a queda para segundona em 2002 não foi a única, e que em 1980 o Palmeiras tambem caiu, e em 1981 teve que disputar uma tal taça de Prata, eufemismo para segunda divisão?

    18. Que pela história de fracassos nos últimos 30 anos, que nem a Parmalat conseguiu aliviar, a torcida do Palmeiras encolheu e, há muito tempo, não consegue públicos maiores que 20.000 pessoas, isso no Parque, pois em outros estádios, em clássicos, é sempre minoria absoluta?

    19. Que a saída da Parmalat deixou o Palmeiras na mesma petição de miséria em que se econtrava no final dos anos 70? Que as perspectivas futuras são nulas e os esforços para arrecadar trocados, como essa cesta de atletas, são retumbantes fracassos? (Será que ninguem acredita mais n oclube, não tem mais nenhum conde para lavar dinheiro?)

    20. PALMEIRAS, CLUBE SUJO, QUE TEM COM MARCA NA SUA HISTÓRIA, A MÁCULA DO RACISMO E DO FACISMO.

  28. bom eu acho que o kleber pode cometer sim varias faltas dentro de ,campo mas 5 das 18 faltas cometidas pelo sao paulo no classici foram em cima do kleber isso,ja virou perseguiçao

  29. kleber na minha opiniao e um dos melhores jogadores hoje no palmeiras.Dentro de campo faz muitas faltas mas isso naum e motivo pra perseguicoes com o jogador…

  30. Voces sao e um bando de invejosos da coragem e virilidade dele ,inteligencia nao tem nada a ver com explosoes dentro do campo de futebol ,burro mesmo e quem nao e nada e fica falando de quem brilha..e o sao paulo ja sabe o que perdeu….porque o gladiador ja derrubou eles…

  31. vaaii tooma noo cúú
    seeus fiilhas da puta que fiica falando MAL do kleber.
    ele é o melhor jogador que o brasil tem e vcs fiicam falando dele desse jeiito.
    seeus arroombados

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