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Coluna do Fiori

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FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br   Email: caminhodasideias@superig.com.br

 

 

SÉRIE A DO BRASILEIRO

PORTUGUESA X SANTOS

Com péssima arbitragem de Carlos Eugênio Simom (RS), deve ter padrinho fortíssimo, vez ou outra apronta e nada acontece. Partida repleta de lances violentos, a equipe da Portuguesa sendo prejudicada aos 38 minutos, quando o árbitro, erroneamente, assinalou impedimento de Washington na jogada que redundou em gol da lusa.

Em outro momento, Adriano defensor santista, chutou Diogo que se encontrava no chão à frente de Simom, nem o amarelo recebeu.

PALMEIRAS X NÁUTICO

Arbitro: Djalma Beltrami Teixeira (RJ) no ultimo minuto da 1ª etapa, Élder Granja, cavou falta dentro da área do Náutico, o árbitro estava com visão total no lance, mesmo assim marcou pênalti que redundou em gol palmeirense.

Coincidência ou não, o lance que originou em pênalti a favor do Palmeiras, ocorreu após as reclamações de Luxemburgo ao ver seu comandado Élder Granja ser agredido com uma cabeçada desferida pelo defensor do Náutico Alceu.

O episodio acima, aconteceu aos 27 minutos do jogo, próximo à linha divisória do campo, na lateral onde se situa a mesa de trabalho e de frente para o 4º árbitro Luiz Cezar de Oliveira, ressalto que a partida se desenrolava em outra parte do gramado, portanto, o árbitro estava de costas para os fatos.  Com a partida paralisada, por bola fora ou lance em que não me recordo, Beltrami observou algo estranho, consultou o 4º árbitro, que com a maior cara de pau, informou nada ter visto.

Acertou o arbitro ao expulsar Kléber, contumaz e indisciplinado defensor palmeirense, caberá a diretoria e ao técnico Luxemburgo, colocar o atleta nos eixos da disciplina.         

Conclusão: Não me convenceu a atuação de Beltrami, confuso e sem rumo, entendo que foi repugnante o comportamento do 4º arbitro – Luiz Cezar de Oliveira, este proceder nos transmite desconfiança quanto à sua independência. Coincidentemente, seu irmão Paulo Cezar de Oliveira, que iniciou na arbitragem com comportamento beirando a independência, transformou-se completamente, mostra-se dependente e político para alcançar objetivos na arbitragem e manter constantes escalas que devem lhe dar o sustento.

ENTIDADES DOS ARBITROS

Desde os tempos em que militava na arbitragem isto entre os anos 1.972 / 1.992, defendia como defendo que as entidades representativas, através diretoria e do corpo associativo, devem procurar saber ou se inteirarem sobre os antigos árbitros, quer por meio da imprensa ou por informações que venham ter, partindo destas informações, verificar a realidade dos mesmos e colaborar para com aqueles que necessitem.

Em varias oportunidades alguns dirigentes me participaram que isto não seria possível, que a entidade não era asilo, nem obrigada a praticar filantropia, que o ontem nada representava para a atualidade.

Quando José Astolfi presidiu o SAFESP, ao tomar conhecimento que ex-árbitro estava com dificuldades fazia alguma coisa, os demais nada fizeram. Tenho conhecimento que os dirigentes da COAFESP, repetem o mesmo gesto, num claro demonstrar de seus mesquinhos objetivos, ressalto que os principais dirigentes da COAFESP, conforme fontes digna de credibilidade, são remunerados.

O mais triste é que a grande maioria dos árbitros militantes exige este comportar de suas diretorias, esquecendo-se que num amanha próximo, também serão ontem.

Ao tempo em que arbitrava, se exigia comprovante de trabalho, alguns apresentavam documentos de natureza duvidosa, e como vários árbitros de hoje, alguns sobreviveram das taxas de seus trabalhos, o diferente, hoje, não a obrigatoriedade da comprovação de emprego.

 

Acredito as taxas proporcionam ganho razoável para se viver dignamente, mesmo assim, entendo que devemos pensar no futuro, os dirigentes das entidades representativas, ancorados pelas palavras de Lula sobre os craques do passado que passam por dificuldades, como por exemplo, Moacir campeão do mundo de 1.958 ao que acrescento e outros como Idário antigo defensor do Corinthians, precisam se reciclar e conscientizar aos os árbitros que o ontem merece respeito, num futuro contíguo o hoje será passado.

POLITICA

È revoltante a cara de pau de nossos políticos, usam seus mandatos para prestarem homenagens a seus amigos e colaboradores conforme o fez o senador Magno Malta, ao homenagear os 50 anos das lojas de um colega, o Armazém Paraíba, do senador João Vicente Claudino (PTB-PI), justificativa: É uma empresa que gera empregos.

Senadores parem de usar o voto para auferirem outros, legislem e fiscalizem, não pratiquem corrupção, quer ativa ou passiva, lutem para mudar a cultura do é dando que se recebe, chega de traírem ou enganarem aos incautos com promessas e outras ladainhas, todos que entram no canto da sereia, desrespeitam a verdade, modifiquem a lei que facilita o constante trocar de partidos, exigindo que o candidato siga o programa partidário e que cumpra seu mandato até o fim da legislatura, caso queira candidatar-se a outro cargo neste decorrer, devera renunciar ao mesmo, vamos moralizar e modernizar todos os setores de nossas vidas, bem como revitalizar o conceito da família, destruída pelo consumismo, pelo excesso de propaganda desrespeitosa e pelo liberalismo dos costumes que proporciona agressões às crianças, aos idosos e a todos que seguem a cartilha do respeitar-se para ser respeitado.

LEMBRETE

Aos atuais ocupantes da câmara de vereadores da cidade de São Paulo, Adilson Amadeu e Carlos Apolinário, sem entrar no mérito, a vereadora Soninha ao admitir em entrevista dada à revista Época no ano 2.001 que fumava maconha, prejudicava a ela mesma, os componentes desta casa que tiram vantagens ou se locupletam entre si, prejudicam a todos os moradores de nossa cidade, parem de distribuir Titulo de Cidadão Paulistano, para seus amigos, colaboradores, tenham certeza, não lhes dei este direito, por isto lhes imploro, interrompam este costume e reorganizem as normas para que o mesmo seja concedido, casse aos que não o merecem, exemplo: Eduardo José Farah ex-presidente da FPF, não entreguem a Ricardo Teixeira, presidente da CBF.

Acorda, Brasil.

SP-03/07/08

As opiniões constantes neste espaço são de minha inteira e total responsabilidade e publicadas pelos blogs:

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3 comentários sobre “Coluna do Fiori

  1. matilda cardoso

    não gosto do simon, mas o gol foi bem anulado. o jogador que tocou pro washington voltou de posição de impedimento e, se participou do lance, tirou proveito da posição de impedimento. tanto fazia, então, o washington estar em condição, se o lance anterior foi ilegal.

  2. Justiceiro

    Concordo com a análise do Fiori, sobretudo no que diz respeito aos irmãos Oliveira. Lamentáveis os dois. O pior é saber que certamente conseguirão seus objetivos agindo dessa maneira, como acontece com Simon e como acontecia com Resende de Freitas.

    Triste.

  3. Rafael Santos

    Eu aposto meu carro com o Fiori que FOI impedimento sim no lance do gol BEM anulado do Washington da Lusa.

    Sério, não dá pra acreditar que a imprensa não veja uma coisa tão óbvia.

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