Divino aniversário
O maior jogador da história do Palmeiras faz aniversário hoje.
Nascido em 03 de abril de 1942, Ademir da Guia encantou o mundo com sua arte.
Jogador refinado, de técnica indiscutível, o Divino até hoje é adorado pelos amantes do futebol.
Fora de campo, como muitos dos gênios, teve alguns problemas, principalmente na política.
Para homenageá-lo, como atleta, publico o vídeo abaixo.

Um dos maeus maiores orgulhos é fazer aniversário no mesmo dia que este monstro da história palmeirense.
Paulinho: Parabéns pra você !!!
Paulinho.
Somenete agradecer a Deus por ter visto Ademir da Guia jogar.
Parabens e obrigado DIVINO.
Paulinho: Jogou muito
“Ademir impőe com seu jogo
o ritmo do chumbo (e o peso),
da lesma, da câmara lenta,
do homem dentro do pesadelo.
Ritmo líquido se infiltrando
no adversário, grosso, de dentro,
impondo-lhe o que ele deseja,
mandando nele, apodrecendo-o.
Ritmo morno, de andar na areia,
de água doente de alagados,
entorpecendo e entăo atando
o mais irriquieto adversário”
(Joăo Cabral de Melo Neto, poeta pernambucano e palmeirense, autor do clássico Morte e Vida Severina, em poema sobre Ademir da Guia)
Ha alguma coisa mais a falar sobre o Divino?
Paulinho: Dentro de campo um monstro
Parabens a ele.
“um grande homem publico” pelo menos fez “um grnade trabalho na prefeitura de SP”
é pessoas assim que muitos tem como idolos.
brasil, brasil, brasil
Paulinho: Como homem público foi um desastre
PAULINHO,NESSA VOCE ME PEGOU,QUE HOMENAGEM MARAVILHOSA AO MESTRE ADEMIR,UM JOGADOR COMPLETO,SEM IGUAL,UM MAESTRO DA BOLA,UM GENIO DE CHUTEIRAS,SOU FA NUMERO UM DELE,UM INJUSTIÇADO,HUMILDE,EU SOU CORINTIANO,MAS CONFESSO A VOCE QUE PARAVA TUDO PARA VE-LO JOGAR,E INDESCRITIVEL A MINHA ADMIRAÇAO POR ESTE MAESTRO,PARABENS,E DISSO QUE PRECISAMOS,LOUVAR OS QUE REALMENTE FIZERAM ALGO PELO NOSSO FUTEBOL,E NAO DISCUTIR OS CARRASCOS DESTE ESPORTE QUE DESPERTA PAIXOES,MAIS UMA VEZ,PARABENS,PAULINHO.
Paulinho: Fou um jogador formidável
“alguns problemas na política” é ótimo! Melhor deixar esse assunto de lado numa data como essa, né?
Paulinho: Pois é…
Em todo clube brasileiro tem um ídolo referência e que vestiu apenas uma camisa, um só coração e uma só opção real, como o Zico no Fla, Reinaldo no Atlético-MG, Pelé no Santos e o próprio divino…
Parabens!!!!
Paulinho: Nos dias de hoje, Rogério, Marcos…
Ademir impõe com seu jogo, ritmo do chumbo, e o peso da lesma, da camara lenta, do homem dentro do pesadelo.
Ritmo liquido se infiltrando no adversário, grosso de dentro, impondo-lhe, o que ele deseja, mandando nele, apodrecendo-o.
Ritmo morno, de andar na areia, de agua doente de alagados, entorpecendo, e então atando o mais irriquieto adversário. (João Cabral de Mello Neto).
A Nação alviverde e todos aqueles que gostam e apreciam o futebol refinado, lhe rende neste dia, as mais sinceras homenagens, e o pedido aos deuses dio futebol, que o proteja e mantenha-o entre nós, para que possamos agradecê-lo todos os dias, por sua arte e por sua humildade. Obrigado Mestre Ademir da Guia.
Paulinho: Uma lenda palmeirense
Ademir da Guia…um ícone alviverde…. Eu o vi jogar, pois então, não precisaria ver mais ninguém jogar e somente viver das lembranças de suas passadasl argas e elegantes e passes precisos em campo… mas então, um dia ele parou, e a vida seguiu, os campeonatos seguiram…mas nunca mais vi aquelas passadas e aquele estilo clássico em qualquer jogador que tenha assistido jogar, seja de que time fosse…ele foi INIGUALÁVEL…PARABÉNS, feliz aniversário e longos anos de vida, Divino Ademir!!!! E parabéns pro Paulinho, que bem lembrou esta data…
Paulinho: Zidane tinha futebol semelhante ao dele
Obrigado Domingos
Pois que deste ao muindo
Um filho Divino
Dez de ouro de lei
Do quilate mais fino
E assim quis o destino
Que as passadas do pai
O filho fosse o seguidor
Na passada sublime
Seus cabelos de fogo
São fios de vime
Ele é filho do mestre
Do monstro de um time
Que o mundo define
Como um criador
Dos verdes campos mundiais
Entre urros e gritos
Humilde rei
E seu nome entre os mitos
Eu cantarei
Força nos pulmões
Vibrem corações
Torçam com os passes
Deste Mágico Divino
Igual ao pai
Porque hoje é domingo
Ele faz o que fez
Em mil outros domingos
Ele pisa na grama
E ela fica sorrindo
E um gol explodindo
Obrigado Domingos.
Por nos dar um novo Guia.
Paulinho: Inspirada homenagem
Ei Paulinho, dá uma olhada na entrevista q o VaiCorinthians.net fez com o Luiz Paulo Rosemberg, mto boa ñ, o q vc acha dele?
Paulinho: Tenho boas informações sobre ele, mas algo me diz que nem tudo procede
Nossa Paulinho eu sou mlk tenho 23, mas graças a meu tio PALESTRINO fanatico PUDE ver INUMEROS JOGOS e todas as vezes que vejo lances dele me dá arrepios.
Pena que essa grande pessoa teve seus problemas politicos que não podemos esquecer!
Paulinho: Exatamente
Prefiro o Rivelino!!!!Não da o coração fala mais alto!!!!!!!rs
Paulinho: Dois grandes craques
Monstro Sagrado!
Paulinho: Baita jogador
Obrigado, Paulinho… Abaixo o que falaram do Divino:
“Ele tinha facilidade para fazer jogada muito difícil: dominava a bola alta que vinha de frente, com a perna esticada. Ele pegava ela no ar, e parece que a bola grudava no pé dele. Tinha elegância, o toque refinado, uma visão de campo impressionante. Sua colocação era perfeita. Ele parecia estar em todos os lugares do campo”.
“A gente brincava de ‘bobinho’ nos treinos e tentava fazer o Ademir ir para o meio. Todo mundo tocava para ele com efeito, mas não tinha jeito. Do jeito que a bola viesse ele dominava. Eu não me lembro de uma única vez em que o Ademir tenha ido para o meio da roda”. (Leivinha)
“Ademir da Guia foi o meu grande ídolo”. (Sócrates)
“Certa vez, o técnico me disse no vestiário, antes de um jogo contra o Palmeiras: – Hoje você vai marcar o Ademir da Guia. Eu respondi: – Você tá louco?! O Ademir é imarcável! Além do mais, adoro ver ele jogar”. (Rivellino)
“Já vi o Pelé jogar mal, mas o Ademir, nunca”. (Alberto Helena Junior)
“Sem Ademir, o Palmeiras é menos Palmeiras”. (Rubens Minelli, final dos anos 60)
“Pra mim, foi o melhor meia-armador que eu vi jogar”. (Gérson)
Paulinho: Um jogador indiscutível
Paulinho,
Apesar de ser santista, gostava de ver o fino do futebol do divino; com suas passadas largas, seus passes milimétricos, seus gols mágicos e sua elegân-
cia no trato da bola. Apesar ter sido um craque , foi injustiçado pelo ZéGalo,
na Copa do Mundo de 1974.
Paulinho: Zagalo injustiçou muita gtente…..
Crônica de Ugo Giorgetti após a derrota do Brasil pra França na última copa:
Zinedine da Guia
O jogo começou e quase imediatamente me vi diante de cenas que já tinha visto num passado distante. A memória começou seu misterioso trabalho e, em poucos minutos, eu não estava mais vendo Zidane em campo, mas Ademir da Guia.
Num instante fui arremessado de volta aos anos 1970 e pude ver algo que jamais esperava ver de novo. Muitas vezes tentei descrever, a quem não tinha visto, o sofisticado futebol de Ademir. Inutilmente. Era por demais sutil e feito de gestos e pequenas acrobacias impossíveis de explicar. Acabava recorrendo ao poema de João Cabral. Mas mesmo no poema não se via Ademir da Guia. Se via um poema.
Por isso logo no início de Brasil e França pensei em convocar pessoas, telefonar para amigos, avisar os jornais. Estávamos todos tendo a oportunidade única de rever Ademir da Guia.
E agora eu podia ver com clareza o futebol de Zidane e Ademir.
O jogo sempre se inicia do mesmo modo. Com todos os jogadores correndo como loucos, alguns protagonizando trombadas e divididas vigorosas. Todos tensos e nervosos, menos um.
E esse único jogador lentamente começa a impor um outro futebol, feito de outro ritmo, de outra concepção do espaço. Mais ou menos aos quinze minutos seu time já está jogando com a serenidade imposta por ele. Mais outros quinze minutos e o adversário também adotou o mesmo ritmo! Essa é a semelhança fundamental desses dois jogadores. Não só obrigar seus times a jogar segundo seu próprio estilo como envolver nessa teia também o adversário, impondo sua maneira de jogar ao campo inteiro, até ao juiz, aos bandeirinhas e aos reservas. E a torcida fica com o privilégio raro de observar o espetáculo de um homem exibindo sua arte. Porque essa é a finalidade. Jogadores como Zidane e Ademir primeiro põem ordem no campo para assim poderem executar seus números sem serem atrapalhados pelos demais jogadores. Quando todos os outros estão reduzidos à condição de coadjuvantes conformados, passam a mostrar todo o seu repertório. E esse repertório só pode ser fruído por um público especial. Porque é feito de uma bola que chega cheia de curvas, impossível de dominar, e que fica subitamente domesticada numa matada desconcertante, ou um toque sutil quase inexplicável, que manda a bola para um espaço que parecia vazio, mas que no instante seguinte é magicamente ocupado por um companheiro vindo não se sabe de onde e que só o craque via. Ou uma saída do meio de três ou quatro esbaforidos brucutus que não esperavam aqueles movimentos mínimos, de uma elegância quase abstrata. Zidane, contra o Brasil, respondeu à eterna pergunta: será que Ademir jogaria hoje, com tantos marcadores implacáveis, vigorosos e velozes? Se alguém tem alguma dúvida, favor perguntar para Zé Roberto, Gilberto Silva, Juninho e outros.
Zidane vai agora enfrentar os italianos e sua saúde e força. Talvez seja anulado, talvez não.
Pouco importa. Para mim, esse grande craque que se despede já me deu um presente inestimável. Me mostrou que o Brasil já teve seu Zidane.
Paulinho: O Ugo é sensacional
UM GDE HOMEM,UM EXCELEBNTE JOGADOR .NAO POSSO CONSIDERAR FORA DE SERIE UM JOGADOR QUE NAO TENHA PELO MENOS DEZ JOGOS PELA SELECAO..MAS A MIDIA QUE ADORO O PALMEIRAS SEMPRE AUMENTOU O SEU TALENTO.
Paulinho: Muitos grandes jogadores não foram para a seleção
Mandou bem ….
Nem eu com palmeirense sabia que hoje era anoversário do Dívino …
Abraços …
Paulinho: Abraço
paulinho, por que em algumas horas vc consegue separar tão bem o profissional da pessoa? por que para o luxa e para outros é diferente?
os problemas dele com a política não merecem nenhum comentário? por que?
enfim, parabéns ao ademir, realmente um monstro sagrado da academia… alguns anos atrás teve um jogo desses de fim de ano no qual o ademir jogou ao lado de algumas personalidades e me emocionei com ele… a elegância com que ele tocava na bola era coisa de outro mundo…sempre com a cabeça olhando pra frente… enfim, um monstro. parabéns ademir!
Paulinho: Fou um grande jogador e péssimo politico
meninos e meninas, eu vi. de um lado, vestido de branco, o preto gênio. de outro, com manto alvi-rubro-verde, o branco divino. morumbi lotado, torcidas lado a lado, da mesma forma que o jogo lá no gramado. preto gênio domina a bola, faz um lançamento de mestre, no pé do seu atacante. branco divino flana, plana, baila com a bola nos pés, acima do solo. em dado momento, o preto e o branco se cruzam, giram, se tocam, se entrelaçam e misturam. sim, eu vi, lá Da Arquibancada. tornou-se um emaranhado, não se sabe quem é quem. talvez seja a resposta e sirva para essa vidinha de vai-e-vem: divindade e genialidade não tem cor de camisa ou etnia, apenas se embaralham e nos levam a outra dimensão, ré, ré, ré.
Paulinho: Inspirado…
Caro Sérgio Murilo, tudo bem, é APENAS a SUA opinião…SÓ ISSO. Ademir da Guia é TUDO AQUILO e MUITO MAIS…
Paulinho: Foi um atleta fantástico
Como jogador um gênio!
Como cidadão um lixo. Vereador da cidade de São Paulo, eleito pelo PCdoB e numa entrevistas ao programa “voto consciente” não sabia quem era Marx e nem imaginava que foi Lênin – coisas da política. Mas não parou por aí, acusado de desviar parte dos salários dos funcionários do gabinete, trocou de partido.
Minha pergunta: Quais foram os projetos por ele defendidos na Câmara?
Salut
Anula Brasil
Paulinho: É bem por ai
O cidadão acima fez bem em SEPARAR o grande ex-atleta do político Ademir da Guia, assim como devem separar os atos do cidadão Édson Arantes da arte do Rei Pelé…porém, sobre o Ademir, NADA foi provado até então…
Quanto a projetos, se não me engano, tem aquele de os motoboys serem identificados por motos brancas…o Paulinho deve saber algo sobre esse projeto de autoria do Ademir. Sabe algo, Paulinho?? Nem sei se esse projeto foi aprovado ou colocado para votação.
Paulinho: Como atleta genial, mas como politico…
Um craque.Sou feliz , pois vi Ademir da Guia,Rivelino,Pelé,Socrates,Dudu,Zito,Gamarra(na epoca do Corinthians),Dario Pereira,Marcelinho Carioca,Zico,Leão,Luiz Pereira,Gerson,Garrincha,Junior(Fla) etc,etc.Ia nos estádios e tinha o prazer de discutir os lances no intervalo com os “adversarios”.Assisti um programa na TV Cultura sobre o Zenon(outro monstro).Tambem sou corintiano , mas craque não é somente de um clube.Faça estas homenagens a todos estes craques.Eles merecem.
Paulinho: Sem duvida
Zidane, Paulinho??? Bom…TALVEZ, talvez…
eh, achei q vc ia falar alguma coisa da politica mas vc se safou bem
Para homenageá-lo, COMO ATLETA, publico o vídeo abaixo.
num vi jogar, mas pelo q dizem….
soh garanto uma coisa, não pode ser comparado a pelé
Para você, Zidane chegou aos pés de Ademir ?
o duro é saber que ele jogou no parmera…poderia ter sido muito maior se tivesse jogado no Corinthians..
19987, LIMEIRA, SP,BR, a firma que trabalhei por 20 anos, construiu um campo de futebol, anexo,à firma, e para inaugurar, os “donos”, Palmeirenses, fanáticos, chamaram p/ a inauguração os “VELHINHOS DO VERDÃO”, entre eles, o “DIVINO.
No nosso, time, jogou o “xerife CHICÃO”, perdemos de 2×0, gols do Ademar Pantera.
No intervalo, pedi ao Mestre Ademir, p/ uma foto, e gentilmente, ao meu lado se posicionou, e tenho este troféu, guardado até hoje. Apesar de Tricolor, não podia perder esta oportunidade.
sempre fui seu fã, de sua pessoa, de seu profissionalismo,e de grande jogador que era, PARABENS, MESTRE,ADEMIR,O DIVINO.
Nota 5 para Ademir da Guia: 10 como jogador, zero como pessoa!!!
Sérgio Murilo, vc perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. Para vc o Afonso é mais craque que o Ademir da Guia. Santa ignorância.
Sr. Rogério AM. Se tivesse jogado no Corinthians teria sido mandado embora a socos e pontapés, como fizeram com o Rivelino, o Edilson e tantos outros.
Na verdade, apesar de seu jogo-despedida ter sido somente em 1984 com 7 anos de atraso, num CANINDÉ(!), jogo em que estive presente e que foi, de certa forma melancólico, pois foi em 1977 no meio de uma partida contra o arquirrival Corinthians, na qual também eu estava presente, é que ele se despediu, pois depois daquele jogo, nunca mais pisou nos gramados com a camisa alviverde para jogos oficiais…a torcida sempre ficava na expectativa que ele voltasse para desfilar seu futebol elegante em campo, mas com alegações do departamento médico sobre uma sinusite que nunca se curava, seu retorno nunca aconteceu. Ademir saiu de cena como entrou no mundo do futebol: sereno e calado…ficou só a SAUDADE de seu futebol.