Coluna do Fiori








 

 


FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.


http://www.navegareditora.com.br E-mail: caminhodasideias@superig.com.br


 


Futebol – Pan-Americano – OAB e Cidadania


Caros amigos e apaixonados pelo futebol, dando prosseguimento ao inserido na coluna da semana anterior, passo-lhes mais uma das dezessete regras que regem a disputa deste esporte. Afiançando que meu objetivo nunca foi e jamais será de me dizer conhecedor técnico das mesmas, e sim, de mencionar única e exclusivamente o texto das mesmas no sentido de colaborar para o maior entendimento dos acompanhantes do chamado esporte das multidões.


 


REGRA-2- A BOLA


Propriedades e medidas: Será esférica.


A Bola: Será de couro ou outro material adequado. Terá uma circunferência não superior a 70cm e não inferior a 68cm. Terá peso não superior a 450g e não inferior a 410g no começo da partida. Terá uma pressão equivalente a 0,6 – 1,1 atmosferas (600 – 1100g/cm2) ao nível do mar.


 


Substituição de uma bola defeituosa


Se uma bola estoura ou se danifica durante uma partida: O jogo deverá ser interrompido e após o trocar por uma outra em condições. O jogo será reiniciado por meio de bola ao chão, no local da parada. Ressaltando que  se a bola estourar ou se danificar em um momento que não estiver em jogo (tiro inicial, de canto,  de penal, livre, de meta ou de arremesso lateral) a partida será reiniciada conforme as regras, seguindo-se o exemplo, na cobrança normal de qualquer um dos citados.


 


Campeonato Paulista da 2ª Divisão


Na sexta feira à noite,  pela Tv Vida, acompanhei a partida entre Araçatuba x Lemense, com arbitragem de Sérgio da Rocha Mendes, que confirmou o tento do Araçatuba, ao acatar seu arbitro de linha nº 02, que aos 24 minutos, estando em sua devida posição, confirmou a passagem da bola pela linha de gol, após esta ter batido no travessão. Isto me faz fortalecer de que a boa colocação dos componentes da equipe de árbitros é mais importante que todas as parafernálias (rádios comunicadores, garrafinhas com água e outras) impostas pelos pseudo-s tecnocratas e conhecedores das leis do jogo.



Gostei também, da expulsão do atleta Viola do Lemense, um indisciplinado que por varias ocasiões defrontou as normas de respeito asa leis do jogo.


 


COPA de 2006


Ricardo Teixeira, “respeitado e ilibado” presidente da CBF, nos brindou com a revelação de que durante a Copa  de 2.006, havia jogador chegando entre 4 e 6 da manhã e bêbado, efetuando ainda uma indagação sobre Ronaldo, do como pode chegar a uma Copa pesando 98 quilos?



O presidente da CBF, em meu entender é um péssimo exemplo público do (conforme noticias postadas em vários órgãos da imprensa, escrita, falada e televisada, a Globo parou as investidas contra o mesmo por qual razão?)  como ganhar sem respeitar as leis.

Desrespeitou também ao  chefe daquela delegação o presidente da Federação Paulista de Futebol senhor Marco Pollo Del Nero,  ao dizer subjetivamente que o mesmo não tomou qualquer providência, alem de se confessar aproveitador de situações, senão vejamos: Se tivéssemos ganhado,  mesmo que tarde diria o possível ocorrido? E o porque de somente dizê-lo agora? Pensas que enganas a quem?

Ricardo Teixeira, aceite a opinião deste ex-árbitro e cidadão  cumpridor de meus deveres para com nosso país,   pegue seu boné e vá gastar seus milhões ganhos suavemente por este mundo afora.

Com estas e outras, esta  excrescência de dirigente o mais recente amigo de LULA, foi reconduzido por eleição ao cargo de presidente da CBF, sendo seu vice o exemplo de homem público por São Paulo: José Maria Marim.


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