Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.br

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
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POLÍTICA E FUTEBOL – FARINHAS DO MESMO SACO
ATUAÇÕES DOS ÁRBITROS
As atuações dos senhores árbitros e os chamados assistentes nos deixam preocupados, pois temos tido atuações péssimas para dizer o mínimo na partida entre São Paulo vs Internacional, Elvecio Zaquetto deu uma forte mãozinha para o tricolor do Morumbi, já em Pernambuco no péssimo jogo entre o Sport e Corinthians, em minha opinião pior ainda foram os componentes da arbitragem com o comando do amazonense Washington José Alves de Souza.
SAFESP
Parece-me que a tentação para a disputa do cargo de presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo, apesar de faltarem que dois anos, para marcação e realização das eleições, teve seu inicio com o membro da Comissão de Árbitros da FPF e ex-árbitro Artur Alves Pinto Jr, contratado da AAGSP-Associação dos Árbitros da Grande São Paulo, para gerenciar e organizar a parte administrativa da mesma e que como primeiro ato, censurou minha coluna tendo participação direta em meu afastamento do site da AAGSP, por não admitir independência e querer impor subjetivamente que minhas colunas fossem água com açúcar, conforme conversa que tivemos, ao que lhe disse que nunca fui e nem serei político, jamais trairia meu idealismo. Tenho comigo a certeza de que foi idéia do Artur a organização e denominação do Torneio Coronel Marinho, presidente da Comissão de Árbitros, disputado entre o SAFESP – AAGSP – MOTORISTAS e DELEGADO da PRESIDENCIA da FPF, esta homenagem em meu entender foi mera hipocrisia e falsidade, pois entendo que se o Coronel não fosse presidente da comissão, a denominação seria para o ocupante da cadeira, numa clara demonstração do: acende-se uma vela para DEUS, outra para o DIABO e uma outra para o Talves, pois não se sabe quem será o próximo ocupante da cadeira de presidente da referida comissão.

