Arnaldo César Coelho, por Fiori
Está no livro “A Republica do Apito”, de Euclydes Zamperetti Fiori.
“O que me causa indignação são os comentários do ex-árbitro Arnaldo César Coelho, que como árbitro foi medroso e político, e tinha como hábito em sua função instruir aos seus auxiliares com a seguinte determinação: “Se o atacante aparecer sozinho, levanta a bandeira, porque eu vou apitar. Eu tenho nome e vocês são simples coadjuvantes.”.
Qual é a moral que Arnaldo César Coelho tem, no hoje, ao criticar publicamente com a maior prepotência e atitude, postura e erros dos árbitros ? “
