Bombeiros pegam fogo no Corinthians

A relação entre o Corinthians e a empresa BFC Serviços, marcada por graves suspeitas — nunca investigadas internamente — reveladas pelo Blog do Paulinho, amplia seus problemas com denúncias recebidas há pouco de funcionários que atuam no Parque São Jorge, na Arena e no CT do clube.

São elas:

  • Décimo terceiro em atraso dos funcionários do Parque São Jorge, Arena e CT;
  • Calote no adicional noturno;
  • Salário deste mês atrasado;
  • Não pagamento de retroativo quando houve aumento salarial;
  • Não pagamento de 30% de periculosidade sobre o 13º;
  • Desconto do vale-alimentação quando o funcionário apresenta atestado, punindo quem adoece;
  • Não fornecimento de holerites;
  • Falta de recolhimento de FGTS em folha;
  • Dívida de horas extras a diversos funcionários — não há banco de horas e o ponto é registrado no próprio celular;
  • Registro de trabalhadores apenas um mês após o início das atividades.

Segundo os relatos, enquanto os descasos ocorrem, Wagner Brum Gonçalves, dono da empresa estaria viajando a passeio.

Além disso, há indícios de que a BFC embolsa valores por serviços não devidamente prestados ao Corinthians, sem contar casos de assédio também relatados e, até o momento, ignorados pela gestão de Osmar Stabile.

Trata-se de uma bola de neve de problemas que, somados aos já conhecidos, tendem a levar o clube a responder solidariamente por novas demandas trabalhistas.

A terceirizada, então com apenas oito meses de CNPJ, contratada, a princípio, para a execução de serviços de bombeiro, chegou ao Timão por indicação de Ricardo Okabe, mas também estaria sendo protegida pelo diretor Fábio “do Açaí”.

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