Mais um sintoma grave da desadministração do Palmeiras

Desde outubro, a sede social do Palmeiras opera na ilegalidade, sem o alvará de funcionamento expedido pela Prefeitura de São Paulo.
A informação é do repórter Demétrio Vecchioli, do portal Metrópoles.
Trata-se de mais um grave sintoma da dificuldade de Leila Pereira em administrar a agremiação.
É inconcebível que um clube com o alardeado faturamento milionário não mantenha sua documentação regular perante os órgãos de fiscalização ou, conforme alegado pelo Município, construa um “puxadinho” sem prévia autorização e consentimento.
O Palmeiras não pode ser conduzido como se fosse a Crefisa, acusada de enganar aposentados em suas operações comerciais, nem como a FAM, com a propriedade sub judice por suspeita de fraude na composição societária.
Só vem sendo porque o COF, desmoralizado pela permanência de um membro apontado como parceiro do PCC, não tem coragem de exercer sua autoridade — e porque o Conselho tem boa parte de seus integrantes frequentando a embaixada do “boleto” da direção palestrina.
