Divida trabalhista expõe ex-jogador do Corinthians como preposto de bicheiro

A Justiça do Trabalho de São Paulo autorizou a penhora de parte do salário do ex-jogador Márcio, campeão brasileiro de 1990 pelo Corinthians, para quitar uma dívida trabalhista que ultrapassa R$ 225 mil.

O ex-atleta é funcionário do Timão, sem função definida, mantido no emprego a pedido do notório bicheiro Jaça.

Serão descontados 30% dos R$ 13.452,00 que ele recebe mensalmente.

Jaça e Marcio Bittencourt

A dívida — uma delas — tem origem em sucessivos calotes a funcionários e fornecedores do Royal Bingo Penha, empreendimento que tinha Márcio como sócio apenas no papel, mas que pertencia, de fato, ao bicheiro Ivo Noal.

Outro tratado como “laranja” do esquema era o maçom Rafael Tepedino Filho, preso diversas vezes por gerenciar cassinos clandestinos e também pela administração de maquininhas caça-níqueis.

Hoje ambos estão ligados a Jaça.

Segundo fontes, na confortável zona de impunidade que, com auxílio policial, costuma proteger contraventores penais no Brasil.

Rafael Tepedino Filho
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