Santos quer jogar dinheiro no lixo (ou no bolso de alguém?)

Seguindo a sina de ser administrado por um cartola com a cabeça nos anos 90 — período em que teve as contas reprovadas —, o Santos chega a 2026 cercado por especulações nada promissoras.
Somente a estupidez, para dizer o mínimo — quando não o excesso de esperteza —, pode explicar as movimentações para as contratações de Rony e Gabigol.
Ambos são caros.
O primeiro, abaixo da média; o segundo, um ex-jogador em atividade.
Ambos ocupariam vagas que poderiam ser destinadas a jovens promissores da base ou, considerando o custo, a pelo menos quatro possíveis aquisições de bom nível.
Some-se a eles Neymar, que, se não estiver no departamento médico ou em alguma festinha, estará com a cabeça voltada à Seleção Brasileira.
Seriam, assim, três atletas consumindo fortunas do Peixe sem a entrega proporcional dentro de campo.
Pior será se, por sorte e descuido dos adversários — alguns mais preocupados com compromissos de maior relevância —, o Santos conquistar o Paulistinha, mascarando o desastre que se desenharia para o próximo Brasileirão.
