AZUL, devolva meus livros!

Por CRISTINA SERRA

Demorei a fazer este post. Esperei quase um mês porque queria dar tempo suficiente para que a companhia aérea AZUL apresentasse uma proposta minimamente razoável para o prejuízo que ela causou a mim e à editora Máquina de Livros.

Infelizmente, temos sido tratados com descaso total.

No dia 9 de novembro, meu marido embarcou do Rio para Belém (com escala em Confins/BH), levando uma caixa com 30 exemplares de “Cidade Rachada”, meu novo livro, que teve seu primeiro lançamento em Belém, durante a COP 30. A caixa foi despachada, mas, em algum lugar do trajeto, foi extraviada. Passado quase um mês, a caixa continua desaparecida.

As únicas formas de contato com a Azul são um telefone que não atende e um e-mail que demora mais de uma semana para responder. Não adianta procurar ajuda na loja de qualquer aeroporto. Os funcionários indicam o tal telefone. Procurei a assessoria de imprensa via redes sociais. Nada.

Pois bem, depois de muita angústia, a empresa respondeu com uma proposta indecente por e-mail. Não paga nem a metade do valor dos livros demonstrado na nota fiscal e quer “pagar” parte do prejuízo com passagens (que não pretendemos usar). Bagagem extraviada acontece. É do jogo. O que não é do jogo é a falta de respeito com o cliente.

Uma caixa com 30 livros não evapora no ar.

Quero meus livros de volta. Ou então que eles sejam devidamente pagos. Um por um.


*Publicado originalmente nas redes sociais da jornalista CRISTINA SERRA

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