Ditadura Casares atinge torcedores PCD do São Paulo

Em áudio enviado à Amanda Nunes, representante da torcida PCD (Pessoa com Deficiência) do São Paulo, o diretor administrativo Themis Almeida afirmou:
“Daqui pra frente não tem mais relacionamento (do São Paulo) com a torcida PCD.”
A justificativa apresentada foi a de que Nunes teria criticado a diretoria em entrevistas.
Trata-se de mais um episódio de caráter autoritário da gestão Casares, conhecida por expulsar — em conluio com a presidência do Conselho — qualquer opositor que se atreva a questioná-la, sobretudo aqueles com potencial eleitoral, além de perseguir pessoas mais humildes, como no caso da torcedora.
Ao “punir” os PCDs tricolores por conta da insatisfação de uma única pessoa — que possui o direito democrático de discordar da diretoria —, a administração expõe ainda mais as razões de um São Paulo que, há anos, se mostra irrelevante esportiva e institucionalmente.
“Suas glórias vêm do passado”, já dizia o hino profético da agremiação.
Neste momento, diante de um presente desolador, não há qualquer perspectiva de futuro.
