Marcelo Teixeira precisa decidir a quais interesses servir

Pela enésima vez, certamente em razão de uma vida desregrada, Neymar enfrenta grave lesão muscular que deverá afastá-lo dos gramados até, no mínimo, novembro.

Seu vínculo com o Santos encerra-se em dezembro.

Desde janeiro, quando retornou ao clube, frequentou mais o departamento médico, as casas de pôquer, os ginásios de jogos eletrônicos e as baladas do que os campos de futebol.

Chegou a hora de o presidente Marcelo Teixeira, eleito para defender apenas os interesses do Santos, se definir.

Atenderá ao clube, que desde o início do ano joga dinheiro no lixo em um sonho há muito transformado em pesadelo, ou à família Neymar, que pressiona por uma “casa de recuperação” bem remunerada para que o ex-jogador em atividade tenha a chance — cada vez mais remota — de disputar uma Copa do Mundo?

Veremos.

Tomara não sejam verdadeiros os rumores de que a submissão do cartola existiria em troca de os Neymar adquirirem a SAF do Peixe sob a promessa de tornar o despreparado filho de Teixeira CEO.

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