Coluna do Fiori

“O covarde é cúmplice do ladrão quando é conivente porque não quer destruir o sistema!”
Samuel Ranner: Pensador
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Presidente do SAFESP tem agravo de condenação negado

José de Assis Aragão, popular ‘Aradrão’, foi condenado em duas ações judiciais por desviar dinheiro dos cofres do Pacaembu no período em que era administrador do estádio.
Uma das condenações é definitiva.
A outra, após meses de espera, teve agravo negado, há pouco, pela Justiça.
O presidente do SAFESP, defendido por Carlos Miguel Aidar – especialista em corrupção – tentará agora se safar na 2ª Instância.
A continuidade do ladrão e condenado José de Assis Aragão na
Presidência do SAFESP, assentida pelo vice-presidente, diretores, conselheiros, associados e não associados, publicamente, os aloca, no mesmo plano
Demonstrem
Serem honrados, retirem-no da presidência, seguido de expulsão do quadro associativo
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Convido os ex-árbitros e os árbitros contemporâneos para estarem presentes no:


Conforme combinado entre componentes da comissão organizadora e proprietário do estabelecimento, análogo aos sabores das pizzas
O valor cobrado
Garantirá Farto Buffet de Saladas e Pratos Quentes
Se Possível
Disque para número divulgado, fale com a Rita e concretize o pagamento
Final da Copa do Nordeste – Copa do Brasil 2025 e Política
Sábado 06/09: Bahia 5 x 0 Confiança – Lembrete:
A contenda de ida realizada na cidade de Aracaju, capital do Estado do Recife, findou com o placar 1 x 4. As duas e indiscutíveis vitorias, anuíram o título de penta campeã a equipe do Bahia
Árbitro: Afro Rocha de Carvalho Filho (PB)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
Desempenho sereno do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 01 para Tricolor de Aço – 02 para Dragões
Copa do Brasil – Segunda Contenda das Quartas de Final – Quarta Feira 10/09
Corinthians 2 x 0 Atlético-PR
Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)
VAR
Diego Pombo Lopez (FIFA-BA)
Item Técnico
1º – No 11º minuto da etapa inicial, Maycon defensor corintiano camisa 07 com domínio da esfera, repentinamente, perdeu o controle da mesma, no forte e faltoso empurrão em suas costas, desferido pelo oponente Viveiros, que a domou, seguiu em frente, chutando-a pro fundo da rede
Aberração
Bem próximo do lance, visão integral do ocorrido, na cara dura, boto branco Davi de Oliveira Lacerda interpretou que não houve a falta
Acolhendo
Solicitação do VAR, assoprador viu e reviu, voltou ao campo apontando a falta do atleticano no corintiano
2º – Davi de Oliveira Lacerda desobedeceu a lei 12 do jogo e o bom senso, por não ter expulso o corintiano Vitinho no minuto que pesou na panturrilha da perna esquerda do oponente Dudu
Ressaltando
Nesta ocorrência, entendo que o VAR zanzou por não ter convidado o árbitro para ir até o monitor para rever o sucedido
3º – Davi de Oliveira Lacerda apontou a marca da cal favorável a equipe paranaense quando bola mudou de direção ao bater no braço direito pouco distante do corpo corintiano Matheuzinho, convicto: que estava em cima da linha da área grande; entendo que estava fora.
VAR
Depois de traçar linhas, solicitou que o soprador do apito revesse no monitor; lá estando, viu, reviu, bateram papo e, na dúvida, permaneceu a decisão tomada no quadrilátero
Observação
Na bica para ser FIFA, Davi de Oliveira Lacerda, certamente, é escorado por padrinho(os) influentes, nos imundos bastidores do futebol.
Fluminense 2 x 0 Bahia
Árbitro: Matheus Delgado Candançan (FIFA-SP)
VAR
Caio Max Augusto Vieira (GO)
Item Técnico
Matheus Delgado Candançan se encontrava bem posicionado na ocasião que Michel Araújo portador da camisa 15 da equipe baiana, com braço esquerdo bem aberto, cortou a trajetória da redonda cruzada pelo carioca Rene camisa 06; calmamente, sinalizou a marca da cal
Punição máxima
Cobrada por Canobbio camisa 17, findada no fundo da rede, abrindo o placar 1x 0
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores do Tricolor das Laranjeiras – 05 para defensores do Tricolor Baiano
Quinta Feira 11/09 – Botafogo-RJ 1 x 1 Vasco da Gama no tempo normal
Decisão por penalidades máxima
Botafogo-RJ 3 x 5 Vasco da Gama
Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)
VAR
Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (FIFA-RN)
Item Técnico
No 40º minuto da etapa inicial placar apontava Vasco 1×0; em contra-ataque dentro da área vascaína, oponente Joaquim Correa camisa 30, teve as pernas puxadas pelas mãos do goleiro Léo Jardim
Sem hesitar
Rodrigo José Pereira de Lima soprando o sibilo sinalizou a marca da cal
Pênalti
Batido por Alex Telles camisa 13, empatando 1×1
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: direcionado para Fernando Diniz técnico Cruzmaltino
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Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da Coluna retornará na próxima semana
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Política
Prisão de Bolsonaro e militares é apenas o início, não final de ciclo

A inédita condenação de Bolsonaro e outros sete réus, entre eles militares graduados, retirou de cena o ponto de interrogação. Sim, o Brasil foi capaz de dar um passo à frente. Mas convém não tratar o julgamento como ponto final. Os veredictos são meras reticências, aqueles três pontinhos gramaticais que sinalizam no final das frases que os raciocínios estão incompletos, sugerindo continuidade.
Basta abrir uma janela ou o celular para dar de cara com os desafios. Trama-se a anistia no Congresso antes que o Supremo esboce as ordens de prisão. Trump ameaça colocar navios no Lago Paranoá. Tarcísio de Freitas, o anti-Lula, soa como neo-Bolsonaro. De resto, a punição do golpismo fardado não será completa antes que as Forças Armadas providenciem o rito da desonra, que passa pela inédita perda de patentes.
O cotidiano de anormalidades anestesia o país. Prestar atenção pode ser melhor do que virar o rosto. Quem encara a realidade tem mais chance de atingir o estágio da autoconsciência. Daí para a consciência coletiva é um pulo.
Em 2022, o deslocamento na autoestima de uma minoria foi suficiente para mandar o arcaísmo golpista mais cedo para casa. A cicatrização da chaga depende da adesão de quem ainda não se indignou o bastante. Não deveria ser necessário esfolar a democracia com uma nova anistia para se revoltar.
Josias de Souza: Colunista do UOL publicado dia 12/09/2025 às 08h50
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“A esperança é uma arma poderosa e nenhum poder no mundo pode privar-te dela”
Nelson Mandela: foi um advogado, ativista e o primeiro presidente negro da África do Sul, que liderou a luta contra o apartheid, um regime de segregação racial
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SP-13/09/2025
