Contas do estádio do Corinthians possuem auditoria de fachada

Ontem, o Blog do Paulinho relembrou a seus leitores, com farto material comprobatório, as tramoias avalizadas pela diretoria do Corinthians, que resultaram na substituição da administradora do Arena Fundo, acompanhada da confissão de uma dívida superior a R$ 100 milhões — até então negada pelo clube.


Confira:

Corinthians e Palmeiras estão gravemente envolvidos com empresário ligado ao PCC –


Em 3 de abril de 2024, fizemos novo alerta, mais uma vez ignorado pelos conselheiros alvinegros.

Logo após assumir o Arena Fundo, a REAG — investigada por ligação com o PCC — substituiu a RSM, auditora da operação, pela inexpressiva YPC Auditun, fundada em 2017 com capital social de apenas R$ 1 mil.



O proprietário da YPC é Vagner Quartero Martim, sócio da própria REAG ao lado de José Carlos Mansur.

Trata-se, evidentemente, de uma auditoria de fachada.

Imoralidade ainda maior do que à época em que a RSM assinava, simultaneamente, as contas do Corinthians e do Arena Fundo — devedor e credor.

Desde então, o Fundo deixou de publicar seus balanços.

Já são dois anos de atraso.

A ilegalidade teve início na gestão Duílio “do Bingo”, persistiu na de Augusto Melo e, até o momento, não foi questionada por Osmar Stabile.

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