Coluna do Fiori

“Confraternizar é a reposição de energias, pois nela compartilhamos nossas conquistas, aprendizados e superações”

Joel Beuter: Pensador

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Exultante, reporto convite aos árbitros que foram e são federados, ligar para Rita Rogério, antecipando reserva e liquidação da importância colocada

Aviso

Conforme combinado entre componentes da comissão organizadora e proprietário do estabelecimento, análogo aos sabores das pizzas

O valor cobrado

Garantirá Farto Buffet de Saladas e pratos quentes

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20ª Rodada da Série A do Brasileirão 2015 – Sábado 16/08

Fluminense 2 x 1 Fortaleza

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)

VAR

Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)

Item Técnico

1º – No 25 minuto da etapa inicial, fluminense vencia por 1 x 0, neste instante, Fabio rebateu e redonda, que, tocou no braço, desceu e chutada para o fundo da rede pelo fortalezense Kervin camisa 77

Corretamente

VAR a distância, relatou sobre a irregularidade, acatada por Rafael Rodrigo Klein.

2º – Aos 45 minutos da primeira etapa, dentro da área fortalezense, na cara dura, Martinelli, atacante da equipe carioca, simulando ter sido atingido, se joga no gramado.

Bem posicionado

Boto-branco portador do distintivo FIFA, próximo, de frente pro lance, visão totalmente livre, caiu na armadilha, apontado penalidade máxima

Salvo pelo VAR

Que opinou a revisão do lance no monitor, lá esteve, viu, reviu, voltando ao campo de jogo, refez o que poderia ser crasso erro.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo:02 para Tricolores das Laranjeiras – 04 para Tricolores do Pici

Corinthians 1 x 2 Bahia

Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-MG)

VAR

Rafael Traci (SC)

Item Técnico

1º – No quarto minuto da primeira fase placar 0x1; dentro da área do tricolor da boa terra, adveio o chute do corintiano Garro, concluso no fundo da rede, gerando muitas reclamações

VAR

Vendo o fato, informou ao apitador, que, andasse até o monitor

Ali

Estando, Paulo Cesar Zanovelli fixando seu olhar no monitor, concordou que a redonda atingiu a mão do corintiano Kayke, facilitando que tocasse para consorte Garro mandar pro fundo da rede.

2º – No 31º minuto da etapa inicial, corintiano Gui Negão camisa 56, voltando de posição irregular, recebeu a redonda de um oponente, aproveitou e concluiu pro fundo da rede

Instado pelo VAR

Boto-Branco demorou por volta de 07 minutos para confirmar: gol legal

3º – Aos 40 minutos, dentro de sua área, defensor corintiano Matheuzinho camisa 02 praticou claríssima falta penal no oponente Kayky Chagas, camisa 37, imediatamente sinalizada

Penalidade

Batida por Willian José camisa 12, decretando o resultado final Corinthians 1 x 2 Bahia

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Alvinegros, incluso assistente técnico: Raony Thadeu da Silva Siqueira Goiana – 04 para defensores do Esquadrão de Aço

Domingo 17/08 – Santos 0 x 6 Vasco

Árbitro: Ramon Abatti Abel (FIFA-SC)

VAR

Rodrigo D Alonso Ferreira (FIFA-SC)

Item Técnico

1º – Assim que a redonda foi mandada pro fundo da rede santista, abrindo o placar; Via TV, fiquei atento no vídeo do lance antecedente, reclamado pelos santistas, possível saída da bola da linha lateral fiscalizada pelo assistente: Thiaggo Americano Labes (SC)

Cheguei

Ao concluso: que a mesma completou a saída pela lateral, dando razão as reclamações

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para santistas e – 04 a vascaínos

Botafogo-RJ 0 x 1 Palmeiras 

Árbitro: Davi De Oliveira Lacerda (ES)

VAR

Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

No 42 segundo minuto da etapa final, dentro da área, palmeirense Giay camisa 04 acertou claríssimo pontapé no oponente Joaquim Correa, praticando falta penal que:

Na maior cara dura

Árbitro e VAR dissimularam não terem vistos

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensores da equipe Estrela Solitária – 03 para Alviverdes

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Coluna em Vídeo

Por conta do nascimento da filhinha do Paulinho a versão em vídeo da Coluna não pode ser gravada esta semana, retornando normalmente na próxima.

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Política

Mendonça, de quem os fascistoides não têm medo, faz ataque covarde a Moraes

André Mendonça durante sua palestra no evento do Lide. No destaque, Carl Schmitt, o jurista do nazismo. Conceito de “paz social” de Mendonça lembra, assim, coisa de pensador da periferia do fascismo, especialmente quando se dá piscadela a golpistas – Imagem: Lide; Reprodução

Em qualquer contenda, a coragem contra os mais fracos e contra as vítimas tem nome: covardia. Só se é verdadeiramente corajoso contra quem pode mais, contra os algozes. Quem se jacta de sua ousadia arbitrando em favor de quem estala o chicote não passa de esbirro de tirano. Ou candidato a tanto. É, pois, figura moralmente desprezível. Ocorrem-me essas reflexões ao ler as informações publicadas na imprensa sobre as declarações dadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo, nesta sexta, num evento promovido pelo grupo Lide, no Rio, para uma plateia de empresários e investidores e na presença de lideranças políticas identificadas com Jair Bolsonaro, que indicou o palestrante para a Corte.

Mendonça atacou, e o verbo é esse, de forma vil o ministro Alexandre de Moraes. Antes que prossiga, uma observação necessária. Sei que Moraes não é o melhor retrato que se pode fazer de um fraco: ao contrário: ele, sim, destemido contra Golias, “arrosta com os sacrílegos gigantes”, como escreveu Camões. Também não se encaixa no figurino-padrão da vítima. Não choraminga pelos cantos, não se permite pegar pelo abatimento, não dá sinais de que se deixe intimidar.

Esse destemor pessoal, a um custo certamente muito maior do que imaginamos, não pode minimizar o fato de que ele é hoje alvo da Lei Magnitsky por suposta violação dos direitos humanos. A investigação da tentativa de golpe de Estado, conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, sob a supervisão judicial do ministro, conforme os ditames do estado de direito, leva-o a sofrer tal punição, em desacordo, note-se, com os próprios termos e propósitos da tal lei.

QUEM FAZ O QUÊ?

Mais um pouco precisa ser lembrado: a investigação da tramoia golpista chegou a um plano para matar, além de Moraes, também o presidente e o vice-presidente da República. O ministro e sua família foram monitorados e espionados. Oito dos parceiros de Mendonça no STF estão impedidos de entrar nos EUA, com seus vistos revogados. Quem é a força que se impõe? Quem está certo de que dispõe dos instrumentos para subjugar o outro, ao arrepio de qualquer padrão legal, tentando se impor ao nosso sistema de Justiça, de que Mendonça é uma das expressões máximas por integrar nossa corte suprema?

Escrevi “impor-se ao nosso sistema de Justiça”? Sim, escrevi isso. Donald Trump, como se sabe, divulgou uma carta em que exige que o tribunal de que Mendonça faz parte extinga a ação penal contra Jair Bolsonaro. Não o fazendo, a pena é a imposição de tarifas extras de 40% para mais de três mil itens da pauta de exportação do Brasil aos EUA.

O destemido Mendonça discursou no evento do Lide. E escolheu o lado de Golias. Reproduzo abaixo trechos de sua fala publicados na imprensa e aponho e oponho algumas considerações. Não tenho a esperança de atrair o doutor para a única coragem ética, que é aquela contra os fortes. Também não espero que tão pia criatura se lembre do exemplo de Paulo, que recebeu um sinal de Deus para que deixasse de perseguir as vítimas e se transformasse no apóstolo dos gentios.

FASCISTAS TERIAM MEDO DE MENDONÇA?

Afirmou um dos ministros indicados por Bolsonaro:

“O estado de direito fortalecido depende de uma demanda de autocontenção do Poder Judiciário. Ele se contrapõe ao ativismo judicial, que suprime, desconsidera e supera os consensos sociais estabelecidos pelos representantes periodicamente eleitos. O bom juiz deve ser reconhecido pelo respeito, e não pelo medo, e que as suas decisões gerem paz social e não caos, incerteza e insegurança.”

Sem contexto, parece que está apenas a anunciar a esfericidade da Terra — ainda contestada em certos círculos — e a dizer o óbvio. Atribuir as dificuldades por que passa o país, no terreno institucional, à falta de contenção do Poder Judiciário é mentira histórica e proselitismo ideológico vulgar. As instituições tiveram e têm de enfrentar uma articulação golpista, liderada pelo chefe político de Mendonça — e assim as coisas têm de ser ditas. Quando esse ministro pôde arbitrar a respeito, não viu no 8 de janeiro de 2023, por exemplo, nada além de alguma baderna.

Esse grande Catão da moral e dos bons costumes entendeu que o ataque organizado às respectivas sedes dos Três Poderes, parte da arquitetura golpista, foi só um rompante de menor poder ofensivo. Mendonça está errado. É preciso que os criminosos temam, sim, a Justiça. Não há de ser o temor da punição discricionária, mas daquela disposta em lei. Punições e ações foram do escopo legal e da Constituição estavam na tramoia golpista de Bolsonaro, não do Supremo. Os fascistoides e afascistados têm razões para ter medo de Alexandre. E não têm nenhum motivo para temer Mendonça. Nessa formulação, quem vira esbirro de quê ou de quem?

De resto, senhor Mendonça, cuidado! Carl Schmitt, o principal “jurista” do nazismo, pensava que um dos erros do liberalismo e dos juízes liberais estava, precisamente, em ignorar certos “consensos” que traduziriam a vontade da maioria. Um golpe bem-sucedido, ele sim, teria trazido caos, incerteza e insegurança.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Mendonça, o que deu o vergonhoso voto em favor do vale-tudo nas redes, estava disposto a ensinar o que, tudo indica, a plateia que o aplaudiu de pé julgava saber:

“Se é verdade que no Estado de Direito forte o Judiciário tem prerrogativa de dar a última palavra, o Poder Judiciário não tem prerrogativa de dar a primeira e a última palavra. Essa situação passa a impressão de vivermos num Estado judicial de Direito. Democracia significa garantir que os cidadãos possam livremente se expressar, sem censura direta ou indireta, sem medo de ser perseguido por falas.”

A “liberdade de expressão” que serve à intimidação de juízes liberdade de expressão não é, mas coação no curso do processo; a “liberdade de expressão” que atribui ao outro um crime que não cometeu liberdade de expressão não é, mas calúnia; a “liberdade de expressão” que é parte da propaganda para a tomada ilegítima do poder liberdade de expressão não é, mas tentativa de golpe de estado e de abolição do estado de direito; a “liberdade de expressão” que defende a segregação de pessoas em razão de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional ou sexualidade liberdade de expressão não é, mas crime punido pela Lei 7.716.

Eu posso, claro! entender por que Mendonça reveste o vale-tudo em curso nas redes, que beneficia a extrema direita, com o glacê atraente da “liberdade de expressão” como um direito absoluto. O vídeo produzido por Felca ainda está na memória de todo mundo. Se Mendonça estivesse certo, considerando o seu voto na questão da regulação das redes, o país viveria de enxugar gelo: todos os dias pedófilos seriam banidos das plataformas por decisões judiciais e outros tantos chegariam

O DIREITO DE MATAR OS OUTROS

Quando advogado-geral da União, Mendonça defendeu que as igrejas permanecessem abertas, aglomerando pessoas, embora todos conhecêssemos quais eram as condições favoráveis à transmissão do vírus. E produziu esta maravilha no dia 7 de abril de 2021:

“Não há cristianismo sem vida comunitária; não há cristianismo sem a casa de Deus; sem o dia do Senhor. É por isso que os verdadeiros cristãos não estão dispostos jamais a matar por sua fé, mas estão sempre dispostos a morrer para garantir a liberdade de religião e de culto”.

Não havia, como é evidente, ameaça nenhuma à liberdade religiosa. A medida buscava baixar a curva de contaminação, com o sistema de saúde já em colapso. Mais: ainda que se possa defender que alguém tem o direito de morrer por sua fé, o então titular da AGU ignorava que uma pessoa que se contaminasse em nome do que entendia ser amor a Deus poderia passar o vírus a outras que não haviam feito aquela escolha

Mendonça não estava se apropriando de Camus, a dizer que o suicídio é a única questão filosófica verdadeiramente relevante. Na prática, defendia que alguém pudesse facilitar o homicídio em nome de sua fé.

ENCERRO

Mendonça não estava se apropriando de Camus, a dizer que o suicídio é a única questão filosófica verdadeiramente relevante. Na prática, defendia que alguém pudesse facilitar o homicídio em nome de sua fé.

Nada está certo na fala deste senhor. Absolutamente nada! Admito que há uma margem de julgamento na minha afirmação, é claro. Mas há, independentemente de qualquer coisa, a dimensão da covardia. Um seu colega de corte é hoje vítima de uma lei absurda, que busca decretar a morte financeira do punido. E está nessa condição porque exerce o seu trabalho de juiz. Oito de seus parceiros de tribunal tiveram vistos revogados porque seriam coniventes com esse magistrado.

E Mendonça decide indagar onde está a culpa das vítimas.

Se Bolsonaro tivesse sido bem-sucedido no golpe, Mendonça seria o Carl Schmitt da periferia do fascismo.

E os juízes, então, imporiam a “paz social”. A paz social dos regimes fascistas.

Reinaldo Azevedo: Colunista do UOL publicado dia 22/08/2025 às 16h51

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.

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Finalizando

“Falar mal de uma pessoa pelas costas, mostra realmente quem você é, uma pessoa com a AUTOESTIMA muito baixa, precisa se sentir superior rebaixando os outros!!!”

Brocardo de: Ronaldo Perrotta

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP- 23/08/2025

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