Próximo presidente do Corinthians tem que desagradar

Em breve, teremos, novamente, eleições para a presidência do Corinthians — dias após o afastamento definitivo da facção criminosa que assaltou o clube.

O que esperar de um mandatário que terá, no máximo, um ano e quatro meses de gestão?

Tem que ser alguém que desagrade.

Há décadas, os presidentes do Corinthians se perdem ao acolher os desejos de grupos que se beneficiam do clube, pouco oferecendo em troca.

Cortar privilégios e estancar a sangria requer sacrifícios.

Ainda que da própria popularidade.

O mandatário deve governar sem medir o impacto que determinadas medidas possam causar em sua popularidade.

É o clube acima do ego.

Não é o que acontece no momento.

O Corinthians é refém da covardia de seus comandantes.

A mudança tem que ser de postura, de cultura e, principalmente, de princípios — desde a direção até os conselheiros, que precisam entender, efetivamente, o sentido de servir.

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