Léo Moura é apontado como ‘laranja’ de empresa ligada ao PCC

Citado no inquérito que apura a ligação de cartolas do Corinthians com o crime organizado, o ex-jogador Léo Moura é tratado como um dos “laranjas” de Ulisses Jorge, dono da UJ Football, delatada como lavanderia de dinheiro do PCC.

O escândalo repercutiu em Portugal, quando o grupo tentou comprar a equipe do Varzim — o acordo foi vetado pelo Conselho Deliberativo da agremiação.

A UJ é apontada como destinatária final dos recursos furtados do caixa do Timão.

Segundo a polícia, o dinheiro teria sido utilizado para quitar dívidas de campanha eleitoral de Augusto Melo.

Léo Moura, sempre envolvido em polêmicas, agora será investigado no Brasil.


Selecionamos os seguintes trechos (inseridos no Relatório Final do Inquérito Policial):

“ULISSES constituiu, no Reino Unido, a Universal Sports Limited (USL), que, por sua vez, acabou não sendo a responsável pelo envio de recursos ao supracitado time português (Varzim).”

“Ocorre que quatro acionistas foram nomeados na USL como beneficiários (de repasse de dinheiro), cada qual com 25%: Jean Lucas Toledo de Araújo; Márcio Francisco da Silva; Osmar Vieira da Silva Júnior; e Leonardo da Silva Moura (Léo Moura).”

“A reportagem de Paulo Curado conclui que Jean Lucas Toledo de Araújo, Márcio Francisco da Silva, Osmar Vieira da Silva Júnior e Leonardo da Silva Moura (Léo Moura), acionistas da Universal Sports Limited (USL), agiriam, na realidade, como testas de ferro de ULISSES.”


No Instagram de Léo Moura, é possível encontrar registros fotográficos dele trabalhando com e/ou para Ulisses Jorge – incluindo ambos na sede da UJ:


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