Diretor do Corinthians descumpre determinação do MP-SP e da FPF

O MP-SP e a FPF proibiram, desde o dia 01º de abril, a presença de torcidas organizadas do Corinthians nos estádios de futebol.
A punição segue vigente.
Não é permitido, por exemplo, a utilização nas praças esportiva de nenhuma indumentária que possa identificar os marginais: camisa, faixas, etc.
Na diretoria do Corinthians, quem deveria dar exemplo, delinquiu.
No estádio de Itaquera, na última partida do Timão, contra o Santos, Raul Corrêa da Silva, diretor cultural alvinegro, desfilou trajado com o uniforme da ‘Camisa 12’, expondo não apenas o clube, mas a própria ‘torcida’ a punições.
Talvez seja o hábito de advogar pelas ilegalidades.
Há alguns anos, Corrêa defendeu, publicamente, a parceria do Corinthians com a MSI, mesmo após revelações de que o dinheiro tinha indícios de lavagem de dinheiro da Máfia Russa; agora, permanece diretor de uma gestão que se tornou, segundo relatório da Polícia Civil de São Paulo, parceira do PCC.

