Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Arrogância, absolutismo e orgulho espelham o caráter dos autodenominados donos da verdade e saber”
Adágio de: Euclydes Zamperetti Fiori criado dia 09/05/2025
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Subservientes

De dois em dois, diretores, conselheiros, associados do SAFESP, continuam simulando desconhecer que o presidente José de Assis Aragão, por mim, apelidado “Aradrão”; está condenado definitivamente pela justiça, por ter roubado o cofre público da Cidade de São Paulo e, conforme consta, botou uma grana forte no bolso das calças, superfaturando a compra do imóvel do sindicato, situado na Avenida Thomas Edison – Bairro da Barra Funda.
Pergunto
Cadê ao vosso apego ao verdadeiro?
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Sétima Rodada da Série A do Brasileirão 2025 – Sexta Feira 02/05
São Paulo 0 x 0 Fortaleza
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
VAR
Marco Aurelio Augusto Fazekas Ferreira (FIFA-MG)
Item Técnico
Correta a imediata marcação da penalidade máxima cometida pelo goleiro João Ricardo do Fortaleza no são-paulino Ferreirinha ocorrida aos 18 minutos da segunda etapa
Penalidade
Batida por Ferreirinha, defendida pelo goleiro
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para Tricolores do Morumbi e 02 para Leões do Pici
Sábado 03/05 – Corinthians 4 x 2 Internacional
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (FIFA-MG)
VAR
Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ)
Item Técnico
1º – Correta participação do VAR mostrando falta cometida pelo corintiano Matheuzinho no lance antecedente a finalização da bola no fundo da rede do Internacional que o fraquíssimo FIFA, apesar de ter visto, não marcou.
2º – Acertou o VAR ao chamar o árbitro para revisar o lance do toque leve do extraiu vantagem, cometido pelo corintiano André Ramalho camisa 05, no oponente Luís Otavio camisa 39, ocorrido na linha intermediaria da defesa alvinegra, gerando, contra-ataque, com Memphis findando no fundo da rede
3º Em meu entendimento, houve acerto na continuidade do lance na disputa pela bola ocorrido no transcurso da primeira etapa, no interior da área corintiana, reclamado pênalti por defensores do colorado
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para Alvinegros e 02 a Colorados
Vermelho: Bruno Henrique Corsini camisa 08 do Internacional
Concluo
Ingerência política na indicação dos árbitros para o quadro internacional resulta constantes e apropriadas reclamações.
Bahia 1 x 0 Botafogo
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
VAR
Thiago Duarte Peixoto (SP)
Item Técnico
1º – Placar apontava 1×0 aos seis minutos da segunda etapa, ataque da equipe do Tricolor da Boa Terra na metade do campo fiscalizada pela assistente 01: Neuza Inês Back (FIFA-SP) findado com a bola no fundo da rede (a assistente não correu para o centro do campo)
VAR
Opinou revisão do lance, árbitro aceitou, foi viu voltou, apontando posição de impedimento do atacante Juba.
2º – Por volta do sexto minuto da prorrogação na segunda etapa, ataque botafoguense, goleiro baiano espalmou bola fora da área, pouco distante, no ato, Flavio Rodrigues de Souza lhe deu cartão vermelho.
Solicitado
Pelo VAR, foi ao monitor viu, voltando, retirou o vermelho, apresentando o amarelo por se convencer que a redonda não iria em direção a meta.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para Tricolores Baiano e para defensores do Clube da Estrela Solitária
Domingo 04/05 – Vasco da Gama 0 x 1 Palmeiras
Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda (ES)
VAR
Rafael Traci (SC)
Item Técnico
Desempenho lógico dos representantes das leis do jogo
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores do Gigante da Colina
Cruzeiro 2 x 1 Flamengo
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
VAR
Wagner Reway (FIFA- ES)
Item Técnico
Correta sinalização da penalidade máxima cometida pelo flamenguista Léo Pereira camisa 04 no oponente Carlos Eduardo, camisa 21
Penalidade
Batida por Gabriel rebatida pelo goleiro, voltou e Gabigol mandou pro fundo da rede, decretando 2×1
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 03 para defensores da Nação Azul e 02 para Rubro-Negros
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Coluna em Vídeo
Na próxima semana a versão em vídeo da Coluna estara de volta.
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Política – Segurança Publica
A Blindagem do Banditismo nas Polícias Estaduais e o Medo da Fiscalização Federal… (Ou como Políticos Estaduais são os Maiores Beneficiários da Corrupção Policial)

A discussão sobre a centralização da Segurança Pública pela União, tema recorrente no Congresso Nacional e nos debates públicos, costuma ser travestida de defesa da autonomia federativa e do respeito aos poderes e competências específicos dos Governadores dos Estados.
No entanto, por trás desse discurso mentiroso, esconde-se uma motivação indisfarçável: o de que a Polícia Federal, órgão de confiança e de excelência investigativa, possa expor e desmantelar esquemas de corrupção que há décadas corroem as estruturas das polícias estaduais, especialmente em estados como São Paulo.
Não é segredo para ninguém que, em muitos rincões do Brasil, delegacias e comandos policiais se transformem em feudos, onde chefias são negociadas como mercadorias e onde a lógica do interesse público cede lugar à lógica da arrecadação ilícita.
Investigações recentes, conduzidas tanto pela Polícia Federal quanto pelo Ministério Público, trouxeram à tona um quadro alarmante: delegacias atuando como centros de extorsão, venda de cargos, manipulação de inquéritos e fraudes em licitações, especialmente no âmbito da Polícia Militar.
Sem esquecer da recente maracutaia envolvendo licitação para compra de um helicóptero para um irrelevante Departamento da Polícia Civil.
Aquisição, certamente, superfaturada que renderia milhões em propina para membros da cúpula da Segurança Pública.
Aliás, maracutaias naquele Departamento, não adianta mudar o nome, passa de pai para filho.
Sem perder a linha de exposição, o caso paulista é emblemático.
Relatos e delações premiadas e provas materiais indicam que a corrupção não é pontual ou isolada, mas sistêmica, atingindo desde a polícia da base até os mais altos escalações da corporação.
Repetimos desde antanho, corrupção em forma de pirâmide invertida, ou seja, quanto mais elevado o cargo mais elevada e nefasta é a corrupção.
A blindagem institucional, alimentada por interesses políticos e corporativos, impede que as investigações, internas, avancem e que os responsáveis sejam exemplarmente punidos.
Quando uma verdade ameaça emergir, a retaliação é imediata: afastamentos pontuais, transferências estratégicas e, não raro, tentativas de desqualificar quem ousa romper o silêncio.
Diga-se, quem rompe o silencio sofre todos os tipos de retaliações, desde ameaças contra a integridade física – de familiares, inclusive – a processos administrativos, civis e criminais; culminando, sempre, com a demissão do serviço público.
Ao que chamam de “higienização”!
E o Governador, com pareceres da sua parcial assessoria jurídica, coonesta demissões arbitrárias.
Não esquecendo do absoluto distanciamento do Poder Judiciário; que se nega, sistematicamente, fundamentando-se em precedentes dos tempos da Ditadura, a analisar e rever atos administrativos flagrantemente viciados.
Nesse contexto, a resistência à centralização federal da Segurança Pública revela-se menos como defesa da autonomia estadual e mais como um mecanismo de autoproteção.
A Polícia Federal, com sua expertise e relativa independência, representa uma ameaça real à manutenção de privilégios e esquemas que sobreviveram à sombra da impunidade.
Não por acaso, qualquer proposta que amplie o poder investigativo da União sobre as polícias estaduais seja recebida com desconfiança e exclusão pelas cúpulas estaduais.
É urgente, portanto, que a sociedade brasileira compreenda o verdadeiro sentido desse debate.
Não se trata de uma disputa federativa, mas de uma luta entre a transparência e a opacidade, entre o interesse público e os interesses privados travestidos de autoridade.
A centralização, longe de significar autoritarismo, pode ser o caminho para romper a blindagem que impede o saneamento das instituições policiais e, por consequência, a efetivação da justiça e da segurança para todos.
O Brasil não pode mais tolerar que suas polícias sejam instrumentalizadas como máquinas de arrecadação ilícita e proteção de poderosos.
A fiscalização federal, com todos os seus desafios, é uma necessidade inadiável para restaurar a confiança nas instituições e garantir que a lei seja, de fato, igual para todos.
Dr. Roberto Conde Guerra: editor-chefe do Jornal Flit Paralisante – Publicado dia 05/05/2025
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Na cabeça do corrupto, o combate à corrupção pode até existir, mas só na condição de conveniência”
karlinhos_jp: Pensador
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SP- 10/05//2025
