A necessária humilhação da Seleção Brasileira

O placar de quatro a um imposto à Seleção Brasileira por uma Argentina desfalcada de seus dois principais jogadores, um deles ‘apenas’ Lionel Messi, definiu com precisão rara o abismo existente entre as equipes.
Há tempos o futebol brasileiro figura na prateleira mediana do esporte.
O quadro piora quando, dentro de campo, os poucos jogadores razoáveis são desorientados pelo deserto de ideias que habita na cabeça de nossos pré-históricos treinadores.
No caso de Dorival Junior com o agravante de gostar de negócios.
O fantoche que transita no poder da CBF – eleito até 2030 – está mais preocupado em manter os mais de R$ 300 mil mensais em salários, entre outros benefícios, do que em se empenhar para mudar o estado das coisas.
Quando tentou, passou vergonha (ao esperar por Carlo Ancelotti).
Há pouco mais de um ano da próxima Copa do Mundo, não temos um time a ser apresentado.
Até lá, é pouco provável que teremos.
A humilhação sofrida, com direito a grito de ‘olé’ e patético rendimento de quem ameaçou ‘porrada’ nos argentinos, deveria, desde já, gerar a demissão de Dorival Junior e a busca por treinador relevante do futebol mundial.
Dentre os melhores, o perfil mais adequado para nosso futebol é o de Pep Guardiola.
Com lucro de mais de R$ 1 bilhão anual, a Casa Bandida tem dinheiro de sobra para contratá-lo.
O trabalho será a longo prazo (para 2030) com possibilidade de, ao menos, evitar novos episódios vergonhosos no Mundial de 2026.
