Funcionários do CT do Corinthians pedem socorro contra maus-tratos de Fabinho Soldado e Zeca

Nos últimos dias, o Blog do Paulinho revelou que a Dra. Ana Carolina, chefe do departamento médico do Corinthians, denunciou Fabinho Soldado, executivo de futebol do clube, por assédio.
O caso é tratado internamente.
Relembre:
Denunciante de Fabinho Soldado, Dra. Ana Carolina é pressionada no Corinthians –

Falamos também sobre os maus-tratos de José Carlos Freitas Junior, atual Gerente de futebol profissional, com os funcionários do CT.
O vulgo ‘Zeca’ chegou ao Corinthians, oriundo do Flamengo, por indicação de Soldado.
Ambos estão sob as ordens de Marcos Boccatto, ligado ao Água Santa.
Confira:
Do Ninho do Urubu ao Corinthians: Gerente de futebol desagrada jogadores ao maltratar funcionários –
Ontem, recebemos um pedido de socorro dos trabalhadores do Centro de Treinamento do Corinthians (que não serão identificados).
O clamor é endereçado aos jogadores, aos conselheiros, ao presidente Augusto Melo e a seus vices.
Uma frase define o ambiente: “A liderança dos dois é baseada no medo e na opressão”.
Abaixo, a íntegra do manifesto:
Olá, Paulinho.
Com imensa tristeza estamos te enviando essa carta, ela retrata o dia a dia de todos os colaboradores do CT.
Quando a presença de Fabinho e Zeca é notada no CT, todos os funcionários se sentem na mesma situação: tensos, inseguros e temerosos. Eles não demonstram empatia e tratam sua equipe com frieza e desdém, sempre prontos para gritar, desqualificar e desmerecer o trabalho alheio.
Cada erro, por mais simples que seja, é motivo para um ataque verbal pesado. Eles não se importam com o bem-estar de seus colaboradores, ignorando qualquer tipo de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ao contrário de incentivar a melhoria contínua,
Eles impõem uma pressão insuportável, que resulta em estresse e desmotivação generalizada.
As reuniões, que deveriam ser momentos de discussão construtiva, se transformam em tribunais onde a única coisa que se ouve são críticas destrutivas e ameaças veladas.
O ambiente de trabalho se torna cada vez mais tóxico, onde a rotatividade de funcionários cresce, pois ninguém aguenta viver sob essa constante hostilidade.
A liderança dos dois é baseada no medo e na opressão.
Somos maltratados, desprezados, zombados e constantemente agredidos verbalmente.
Enquanto Zeca segue tomando cervejas de graça em hotéis onde o time se hospeda nas viagens, regalias da Offside.
Por isso, pedimos sua ajuda Paulinho.
A ajuda de conselheiros, jogadores e do Sr. Presidente Augusto e Vice-Presidência ou qualquer órgão que possa ajudar a todos nós aqui no CT.

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