CBF consegue perder patrocínios às vésperas da Copa do Mundo de futebol feminino

Em meio à preparação do país pare receber, em 2027, a Copa do Mundo de Futebol Feminino, a CBF conseguiu a proeza de perder, quase ao mesmo tempo, três patrocinadores da modalidade.

Neoenergia, Binance e Riachuelo.

Sequer se tratavam de contratos com valores expressivos.

O maior deles, da Neoenergia, rendia R$ 833 mil mensais.

Evidencia-se, além de incompetência de não conseguir capitalizar, adequadamente, uma equipe que é a atual medalha de Prata das Olimpíadas, também o temor das empresas em associarem suas marcas com uma entidade incapaz de ser observada pelo público como transparente – não à toa conhecida como Casa Bandida do Futebol.

Uma delas, a Binance, de imagem tão suja quanto.

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