Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

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Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de  Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do  futebol paulista e nacional.

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apito limpo

“Ao ser chamado de ladrão, não fique histérico, pois a verdade é a mãe da calmaria”

Pensamento de: Flávio Pimentel

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Provável comprometimento e deferência para si mesmo, faz com que o vice-presidente, diretores, conselheiros associados e não associados federados ou amadores, mantenham na presidência do Safesp o sempre arrogante e nunca honesto josé de assis aragão, escrito em letras minúsculas, por ser este seu lema nas três anteriores, somado ao primeiro ano da irregular eleição efetivada no dia 08/12/2023, antecedida de três assembleias que: contrariaram claramente o Regimento Eleitoral ano 2004.

Concluo

Proteger condenado pela justiça por ter roubado o dinheiro público da cidade de São Paulo nos anos que trabalhou na administração do Pacaembu, igualmente, quando se favoreceu financeiramente na compra do imóvel do Safesp: é dar as costas para honestidade.

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12ª e última Rodada Classificatória da Série A do Paulistão 2025 – Domingo 23/02

Corinthians 2 x 2 Guarani – Cazé TV

Árbitro: Murilo Tarrega Victor – 6ª vez nesta série – 30 anos diplomado – no ano 2018

VAR

Vinicius Furlan

Item Técnico

Desempenho do árbitro e assistentes não influiu resultado

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores do Bugre

08 foram as equipes classificadas para as Quartas de Final que será iniciada na noite deste sábado 01/03/2025 na disputa

São Bernardo x Palmeiras – às 20hs30 – Árbitro:  Matheus Delgado Candançan (FIFA-SP)

No domingo 02

Corinthians x Mirassol – às 18hs30 – Árbitra: Daiane Muniz (FIFA-SP)

Santos x Bragantino – às 20hs45 – Árbitro: Raphael Claus (FIFA-SP

Segunda Feira 03/02

São Paulo x Novorizontino – às 20hs00 – Edina Alves Batista IFIFA-SP)

Copa Libertadores da América – Quarta Feira 26/02

Corinthians 3 x 2 Universidad Central da Venezuela

Árbitro: Wilmar Roldán (FIFA-COL)

VAR

Keiner Jiménez (FIFA-COL)

Item Técnico

Levou o jogo no banho maria

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para Alvinegros e 04 para defensores do El Tricolor (camisa amarelo, azul e vermelha)

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Coluna em Vídeo

Na próxima semana, a versão em vídeo da Coluna estará de volta

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Política

Trump foi nocauteado por Zelensky na Casa Branca

Trump estava confiante em obter uma “paz de fachada”. Com os ucranianos saindo no escuro, sem garantias e mais pobres.

Trump quis, sob coação irresistível, colher a assinatura de Zelensky naquilo que os juristas chamam de “dação em pagamento”, ou seja: terras raras cedidas para pagamento de uma dívida de US$ 500 bilhões, quando, na verdade, o “débito” não chegaria a US$ 150 bilhões.

A paz, e basta ler a cópia do compromisso publicado ontem pelo The New York Times, era secundária. O negócio era o principal, estava em primeiro lugar.

Ironia na vestimenta

Trump vestia terno de corte impecável. Gravata vistosa. Encontrava-se impecável para aparecer nos telejornais como cumpridor da promessa de campanha de acabar com a guerra rapidamente: em 24 horas.

Trump estava pronto, também, para continuar impondo humilhações à Ucrânia e ofensas pessoais ao seu presidente.

De cara, logo ao receber Zelensky, o presidente Trump já demonstrou arrogância. O ucraniano estava com a uma camisa polo de cor escura. Trump disse, com ironia, que dessa vez ele estava bem vestido.

O mercador

Como Trump não é um estadista, e sim um mercador inescrupuloso, Zelensky esperou o momento e engoliu todas provocações e os indigestos sapos que a dupla Trump e o seu vice JD Vance serviu-lhe. Para a dupla Trump-Vance, o presidente Zelensky estava em situação desesperadora, sem recursos para manter a guerra defensiva, com áreas incorporadas pela Rússia e sem a certeza de que a Europa continuaria bancando o apoio.

Sobre isso, Zelensky –e talvez tenha blefado– garantiu que a Ucrânia possuía condições para manter a guerra defensiva contra o invasor russo. Trump chegou a falar que sem a força aérea americana, a mais forte do mundo, não conseguiria sucesso na luta.

Para o empresário Trump, Zelensky estava em situação popularmente chamada de “bacia das almas”. Errou, feio. O altivo presidente Zelensky quis saber das garantias. Qual garantia Trump ofereceria e que daria paz e segurança ao povo ucraniano?

Zelensky embaralhou Trump

Trump, contrariado, acusou Zelensky de “colocar-se em péssima situação”. De não ter mais, para jogar, “cartas nas mãos” e para exigências num acordo. Zelensky replicou: “Não vim até aqui para jogar cartas”.

Depois dessa, Trump percebeu que Zelensky descobriu que o acordo não garantia nem o cessar-fogo, até porque grande parte das promessas de Trump dependia de Putin.

Sem argumentos críveis, Trump disse ser apenas um intermediário, um agente pacificador. Dada a posição firme de Zelensky em não colocar a Ucrânia em canoa furada, o presidente e o vice americanos começaram a entrar em desespero, pois o “circo estava todo armado”, para a glorificação de Trump.

Ofensa pessoal

Trump já havia ofendido Zelensky à distância. Classificou-o como ditador e ator medíocre, como se tivesse acompanhado a carreira artística de Zelensky.

Com a habilidade de um macaco em uma loja de cristais chamada Salão Oval, Trump, agora cara a cara, passou às agressões verbais. Disse a Zelensky, por exemplo: “Você não é muito inteligente”.

Vance interpretou a heroica resistência de Zelensky como sendo falta de respeito: “Não se vem à Casa Branca para se faltar com o respeito ao presidente diante dos americanos”. Na sua torpe visão, Zelensky deveria ter comparecido à Casa Grande para cumprir a vontade de Trump.

Terceira Guerra e ‘Killer’ Putin

Numa volta à coação, Trump responsabilizou Zelensky, por não assinar o acordo, a “estar jogando em favor de uma Terceira Guerra Mundial”.

Não parou no delírio da Terceira Guerra e advertiu: “A Ucrânia deveria fazer compromissos com a Rússia para conseguir chegar a uma trégua”. Zelensky, então, foi no fígado, deixando claro com que tipo de pessoa Trump havia se aliado: “Ele (Putin) é um killer. Não quero nenhum compromisso com ele”.

Trump, diante da dureza de Zelensky, deu o ultimato: “Ou faz o pacto ou estarei fora e, seja honesto, não fica bonito comporta-se dessa maneira ingrata”.

Passados 20 minutos, Trump deu por encerrado o diálogo no Salão Oval: “Zelensky pode voltar quando estiver pronto para a paz”.

Politicamente, Trump sucumbiu. Numa imagem, o grandalhão Trump foi o Golias. O ucraniano Zelensky, o David. Nocauteou Trump.

Wálter Maierovitch: Colunista do UOL publicado dia 28/02/2025 às 17h43

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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, e nos bastidores do futebol brasileiro.  

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Finalizando

“A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita”

Mahatma Gandhi: foi um líder pacifista indiano.  Ganhou destaque na luta contra os ingleses por meio de seu projeto de não violência

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-01/03/2025

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