Corinthians recusou passageiros pagantes para ocultar o ‘voo da alegria’

Antes do embarque do ‘voo da alegria’, a diretoria do Corinthians recusou-se a ceder espaço no avião que levaria o clube à Venezuela a empresas de mídia que realizariam a cobertura da estreia do clube na Libertadores.
E não seria gratuitamente.
As empresas, com dificuldades em encontrarem opções comerciais de deslocamento, ofertaram pagar pela vaga de seus profissionais no transporte alvinegro.
Cada passagem, em média, custava R$ 10 mil.
O clube recusou.
Tudo indica, para ocultar a presença de passageiros sem funções no departamento de futebol e de torcedores organizados.
Estes, além de não pagarem, geraram despesas ao alvinegro.
