Cartola ligado ao Água Santa foi decisivo para o desligamento de Marcelinho no Corinthians

Sérgio Moura, Gustavo Lima (Vai de Bet) e Marcelinho

No início da semana, houve reunião entre diretores do Corinthians, com a participação do presidente Augusto Melo, em que a demissão de Marcelo Mariano, diretor administrativo, foi descartada.

Era desejo de alguns, mas o rabos, entrelaçados, não permitiam.

A intenção, com o possível afastamento, era criar a narrativa de que a falcatrua do negócio Vai de Bet teria ocorrido por iniciativa própria de subalternos, sem a participação do mandatário.

Lorota que cai por terra com o depoimento do CEO da empresa inserindo Augusto em todos os cenários do ‘crime’.


Confira:


Ontem o Corinthians divulgou Nota Oficial comunicando que, por iniciativa própria, Marcelinho se desligou.

Não é verdade.

Pouco antes, em ambiente de Parque São Jorge, Marcelo Mariano foi confrontado por Marcos Boccatto, presidente de honra do Água Santa – e tudo o que isso significa, e pelo vulgo ‘Ninja’, assessor da presidência, que será julgado, em breve (júri popular), pelo crime de homicídio.

Ambos, segundo informações, estimulados por interesses de terceiros.

Pressionado, Marcelinho não pagou para ver.

Há, de fato, muita coisa em jogo no Corinthians na próxima segunda-feira, ocasião em que o impeachment do presidente será votado pelos conselheiros.

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