Leila Pereira em dia de Augusto Melo no Palmeiras

Ontem, em meio à apresentação de uma casa de apostas como nova patrocinadora master do Palmeiras, Leila Pereira declarou:
“O que nós buscamos quando nós decidimos [pela Sportingbet] era iniciar um novo ciclo”
“Nós fomos ao mercado buscar empresas com credibilidade e nós encontramos a Sportingbet, que tem representação mundial, muita credibilidade e capacidade econômica para honrar os seus compromissos”
Evidentemente, não é verdade.
A credibilidade da Sportingbet é idêntica às das demais empresas do ramo, frequentemente associadas à criminalidade.
O objetivo, único, era o dinheiro, pouco importando o impacto que esse tipo de ralação ocasionasse à imagem do Palmeiras.
Leila parecia inspirada em Augusto Melo, presidente do Corinthians – notório mitômano -, não apenas quando exaltou a ‘credibilidade’ do portal de jogatina, mas também ao desfazer da preparação do São Paulo no Flórida Cup:
“Fizemos a nossa pré-temporada aqui em São Paulo. Esse negócio de fazer pré-temporada, no exterior, isso é para dirigente passear, tá? Porque não tem nenhum benefício para o atleta, não tem benefício financeiro para o clube. Absolutamente nada. Isso é para dirigente passear na Disney. E isso eu não admito aqui no Palmeiras, sabe?”
Em 2020, quando era co-gestora informal da gestão Maurício Galliotte, Leila Pereira não apenas permitiu como patrocinou, e comemorou, a conquista do Flórida Cup pelo Palmeiras.
Para finalizar o dia, a presidente palestrina, em gesto de incivilidade (que tem se tornado recorrente), proibiu conselheiros de oposição de participarem do evento de apresentação do patrocinador.
Comportamento que destoa dos tempos em que se ajoelhava a todos implorando participação política no alviverde.
Mustafá Contursi caiu no conto e se estrepou.

