25 anos do Mundial do melhor Corinthians de todos os tempos

Há 25 anos, no estádio do Maracanã, quase dividido pela fiel torcida, o Corinthians sagrou-se Campeão Mundial ao empatar contra um Vasco da Gama estrelado (Romário, Edmundo, Viola, Juninho Pernambucano, etc), vencendo nas cobranças de penalidade.
Este time de 2000 era o epílogo de uma geração extraordinária, bi-campeã Brasileira de 1998 e 1999.
Não havia, no planeta, meio de campo que jogasse melhor do que Vampeta, Rincón, Marcelinho e Ricardinho.
No ataque, Luizão e Edilson.
Na meta, Dida, o melhor goleiro da história alvinegra.
Em 1998, este time teve Gamarra na quarta zaga.
Era magia pura.
O torcedor sabia que iria ao estádio para vencer, com dúvida apenas de qual seria o resultado.
Neste hiato histórico, o corinthiano esqueceu-se do que era sofrer e, fortalecido, gritava com orgulho: “Todo Poderoso Timão”.
O Real Madrid, superado na primeira fase do Mundial, que o diga.
De lá para cá – antes, somente na década de 50 – o Corinthians não teve um time tão magnífico, inquestionavelmente superior aos demais.
Mesmo no Bi-Mundial, de 2012, tratava-se de um time bem armado, com alguns bons jogadores, que soube superar adversários mais fortes, tanto na Libertadores quanto na finalíssima, contra o Chelsea.
Inesquecível, mas não lendário.
Este jornalista, à época apenas torcedor, esteve presente em 90% dos jogos da equipe em São Paulo (contando 98-99-00), em grande percentual dos compromissos como visitante, e em 100% das partidas do Mundial de 2000 e, até hoje, emociona-se ao rever os jogos.
Ingressos originais que utilizei para assistir aos jogos do Corinthians no Mundial de 2000:

