Há 56 anos o Botafogo não comemorava um título sem asterisco

Campeão da Libertadores em 2024, o Botafogo, indiscutivelmente, desde que passou a ser treinado por Arthur Jorge, pratica o melhor futebol do país.

Por justiça, deveria conquistar também o Brasileirão – que poderia ser o bi, não fosse a pane ocorrida em 2023.

Uma pela outra, a equipe deste ano é mais qualificada.

Desde 1968, nos áureos tempos, o Glorioso não levanta um troféu relevante que fosse incontestável.

O Brasileiro de 1995 é tratado com ‘asterisco’, tamanho o assalto ocorrido contra o Santos, que o próprio torcedor do clube não consegue negar.

Findaram 56 anos de espera para a alegria plena.

Tomara, a primeira de muitas.

O futebol brasileiro precisa que os clubes tradicionais estejam sempre em condições de disputar títulos.

Em tempo: a Copa Conmebol, conquistada em 1998, tem o mesmo peso da atual Sulamericana, espécie de 2° divisão do continente, e, por razões óbvias, não pode ser tratada, por clubes grandes, como relevante.

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