Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE
Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.
http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

“Pessoas interesseiras são como o lixo que guardamos achando que um dia vai servir para alguma coisa…”
Site: Pensador
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Ex-árbitro Salmo Valentin presidente da ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol

Que ficou milionário no exercício do sindicalismo profissional, disputou a prefeitura da cidade na cidade de Rio Formoso (PE), galgou a segunda posição com 4.443 votos, tem muitas histórias a serem contadas
Primeira
Na convenção da ANAF presidida por José de Assis Aragão, com sede localizada em um imóvel locado situado próximo da Federação Paulista de Futebol, no Bairro da Barra Funda.
Segunda
Marcelo Marçal responsável pelo Blog do Marçal, autorizou a publicação da gravação expondo Salmo Valentin.
Ouça abaixo:
Homero Lacerda
Na gravação, Marçal cita Homero Lacerda, ex-presidente do Sport, que, em recente entrevista, denunciou o comportamento enquanto árbitro de José de Assis Aragão, presidente do SAFESP.
Vale a pena rever:
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32 Rodada da Série A do Brasileirão, 1ª da duas disputa final Copa do Brasil 2024 e Política
Sexta Feira 01/11 – Fluminense 2 x 2 Grêmio
Árbitro: Matheus Delgado Candançan (SP)
VAR
Rafael Traci (SC)
Item Disciplinar
No quinto minuto da prorrogação de oito, sem vacilar, Matheus Delgado Candançan apontou a marca da cal no instante que Fabio goleiro do tricolor carioca derrubou o oponente Matías Arezo
Penalidade
Batida por Reinaldo findada no fundo da rede; empatando 2×2
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Fluminense: Martinelli, Ganso, Kauã Elias, Fábio, Arias, Thiago Santos – Grêmio: Soteldo, Braithwaite, Reinaldo, somados ao técnico Renato Gaúcho
Vermelho: ao sempre indisciplinado Felipe Melo integrante do banco de reservas do Tricolor Carioca por ter circundado os dedos da mão direita insinuando que o árbitro roubou sua equipe.
Sábado 02/11 – Red Bull Bragantino 0 x 0 Cuiabá
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique CE)
VAR
Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira (MG)
Item Técnico
Desempenho aceitável do árbitro e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Matheus Fernandes defensores do Bragantino acrescidos dos oponentes Walter, Fernando Sobral e Derik Lacerda do Cuiabá
Segunda Feira 04/11 – Corinthians 2 x 0 Palmeiras
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)
VAR
Wagner Reway (FIFA-ES)
Item Técnico
Desempenho lógico do principal representante das leis do jogo e assistentes
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: Hugo e Matheuzinho defensores alvinegros; Aníbal Moreno, Gabriel Menino, Marcos Rocha defensores alviverdes
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Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da Coluna retornará, normalmente, na próxima semana
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Política
Mulheres dos EUA preferiram Trump, um misógino e hedonista, a Kamala

São muitos os temas para comentários depois da surpreendente lavada eleitoral sofrida pelos democratas, um partido dividido internamente entre radicais e centristas, com pouco espaço para os progressistas.
Mais ainda, o Partido Democrata cedeu à vontade de Joe Biden, num acordo em que constou a desistência em concorrer, em troca da indicação de Kamala Harris. Uma espécie de prêmio de consolação ao abrir mão de disputas primárias.
Ponto fulcral
O ponto que me chama a atenção —e aterroriza quando estão em jogo a sensibilidade humana e a igualdade de todos— diz respeito à escolha feita pelas mulheres americanas.
Todas essas mulheres eram capazes de perceber que Trump é um estridente misógino e machista. Em outras palavras, ele desvaloriza as mulheres e acha os homens mais capazes.
Um de tantos exemplos está no episódio da sua condenação criminal, com sentença a ser publicada neste mês. Trump mostrou a alma e a cara, ao não assumir a responsabilidade e mentir. Processualmente, considerou e expôs negativamente a empresária contratada para serviços sexuais. Sua equipe de campanha a rotulou de “porn star”. Trump desacatou e desafiou até o juiz presidente das audiências.
As mulheres brancas representam 37% do total do eleitorado —é o maior grupo de eleitores dos EUA. Desse grupo, calcula-se, 47% votaram em Kamala Harris. Donald Trump foi bem mais votado, com 52%.
Entre mulheres e homens hispânicos, Trump recolheu 54% dos votos, conforme cálculo da NBC News. Neste caso, é preciso lembrar da bola fora de Trump em comício da Pensilvânia, quando humilhou e ofendeu a honra dos porto-riquenhos.
As mulheres afro-americanas também abandonaram Kamala. Idem em relação aos homens afro-americanos.
Tanto as hispânicas, quanto as afro-americanas, a incluir os seus parceiros, foram egoístas, pois votaram com base no discurso contra a imigração de Trump. Esqueceram o passado e sufragaram o presidente eleito.
Luta de Kamala desprezada
De nada adiantou a origem de Kamala e a sua incansável e heroica luta em defesa da liberdade das mulheres.
Kamala, na sua agenda eleitoral, colocou o aborto como uma das prioridades.
Nas eleições do meio do mandato presidencial (“midterm”), Kamala empenhou-se pela manutenção da decisão da Corte Suprema, no chamado “case” Roe X Wade. Idem quando era senadora pela Califórnia, onde, aliás, venceu Trump.
A respeito do “case”, a Corte Suprema entendeu, em 1973, que a Constituição protege a liberdade individual das mulheres e lhes garante a opção de fazer aborto, sem que haja nenhuma restrição por parte dos governos.
Segunda oportunidade perdida
As mulheres americanas, pela segunda vez, deixaram passar a oportunidade de ter uma representante na presidência dos EUA.
Anteriormente, em 2016, já vacilaram com Hillary Clinton. Naquela ocasião, Hillary conquistou apenas 11% de vantagem no eleitorado feminino.
Volto a frisar: desde a eleição de 2016, as mulheres representam 30% do total de eleitores. Hillary teve 45% dos votos das mulheres, e Trump saiu com 47%, na ocasião.
Será que vingou o discurso de Trump quando afirmou que “Deus poupou a sua vida para salvar a América”? Essa frase, no X de Elon Musk, teve 2 bilhões de visualizações.
Pano rápido
James Madison, o pai da Constituição americana promulgada em 1787, escreveu o capítulo dos Direitos e Deveres. Tinha em mente a liberdade, a igualdade e o Estado laico (separação entra a igreja e o Estado).
As mulheres, na sua maioria, trocaram os ideais de Madison pelo engodo de Trump, que o interesseiro Musk elogiou: “You are the media now (“você é a mídia agora”).
Na obra intitulada “A Constituição Americana e o seu Criador”, publicada com tradução brasileira em 1963, as duas autoras, Katharine Wilkie e Elizabeth Moseley, concluíram:
“Na sua juventude, [Madison] sonhou com uma nação unificada, cujo povo fosse livre. Na maturidade, elaborou a Constituição. Nela, estavam contidos os ideais da sua juventude. Todos os anos da sua vida foram dedicados a esses ideais e ao país que amou e tão bem soube servir. Sem a menor dúvida, foi um homem que conseguiu realizar os seus sonhos”.
As mulheres americanas preferiram Trump, um misógino e hedonista, a Kamala. Ofenderam a memória de Madison.
Wálter Maierovitch: é um jurista, professor e ex-magistrado brasileiro – Colunista do UOL publicado dia 07/11/2024 às 10h47
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público; idem: funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares, idem nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Respeitar o próximo é aprendizado que começa no berço, com os anos se aprimora”
Jane Leal Pensador
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SP-09/11/2024
