O presidente do Santos e o cartola condenado por racismo

Ontem, logo após a vitória do Santos por três a zero contra o Vila Nova, que praticamente assegurou o acesso do clube à Série A do Brasileirão, cartolas do clube, entre os quais o presidente Marcelo Teixeira, foram alvos de protestos.
Insatisfeitos com a gestão, torcedores cercaram os dirigentes.
Nas imagens, é possível notar a presença de Adilson Durante Filho, que foi condenado pela prática de racismo, mas, apesar disso, trabalha na administração do Santos.
Do camarote presidencial, protegido por seguranças, o sujeito chamava os torcedores para briga.
No meio da confusão, porém, acoelhou-se.
Ao que parece, a crise do Peixe, mais do que esportiva, é de princípios.
Marcelo Teixeira é apoiador do bolsonarismo no Brasil.
Abaixo, relato de quem presenciou a citada confusão:
“Um grupo de torcedores no setor das cativas protestou em direção ao camarote da presidência. Os alvos eram o presidente Marcelo Teixeira e seu filho, Marcelo Teixeira Filho.”
“Os dirigentes e apoiadores de Teixeira não ficaram calados. A esposa do presidente, Valéria Teixeira, se descontrolou e também xingou os torcedores enquanto seu filho tentava acalmá-la. O motorista do presidente fez “três” com os dedos, em alusão à vitória”
“A discussão escalou, os torcedores ameaçaram subir e os membros presentes no camarote “chamaram” para a briga, inclusive o presidente Marcelo Teixeira. A confusão aumentou no quarto andar, na porta do local onde a presidência assiste o Santos”
“José Renato Quaresma, coordenador da base, e o vice-presidente Fernando Bonavides saíram do camarote para tentar acalmar os ânimos, sem sucesso. A confusão só foi controlada quando a polícia chegou.”
“O presidente Marcelo Teixeira e seu filho só deixaram o camarote quando os torcedores já haviam sido expulsos do quarto andar pela polícia. O dirigente saiu acompanhado de seus seguranças e sorrindo”


