Filho/sobrinho de Augusto Melo fez transação penal para derrubar ação criminal

Durante a campanha eleitoral do Corinthians, Augusto Melo retirou seu nome do contrato social da ‘Arena Tatuapé’, que respondia a duas ações criminais pelo cometimento de crime ambiental (poluição sonora), temeroso dos efeitos de possíveis condenações.
Quem assumiu a ‘bronca’ foi o filho/sobrinho do cartola, indiciado, no lugar dele, pelos delitos.
Em 17 de junho, o primeiro problema se resolveu.
Por se tratar de réu primário, Kadu Melo, que também é conselheiro do Corinthians, aceitou oferta de transação penal do Ministério Público, pagando R$ 1,4 mil para se ver livre da ação.
A transferência saiu da conta de Wagner da Cunha Costa (38 anos), dono da KWO Broker Negócios Administração e Corretagem de Seguros, provavelmente interessado no mercado que se abriu em Parque São Jorge.
Mas o problema não terminou.
O outro processo está em vias de definição, com o MP-SP, desta vez, pedindo a condenação de Kadu à prisão.
A possibilidade de transação inexiste.
É pouco provável que, se condenado, Carlos Eduardo Melo Silva pare atrás das grades (a pena seria substituída por reprimendas alternativas), mas é fato que perderá a primariedade.
Que pai/tio seria capaz de assistir ao filho/sobrinho passar por este apuro em seu lugar sem manifestar-se à Justiça em seu favor?
Este é Augusto Melo.



Queria muito ser o AM
Pra justica se diz pobre, sem renda
Pra imprensa e torcedores, empresario de sucesso com cartão Black ilimitado e que não usa
Com um montão de amigos que presenteiam com carro, outros pagando conta judicial de “filho”.
Só queria umas amizades assim pra pagar as contas dia 15.
Aliás falando em filho.. O que esse faz pra ter suas credenciais?