Desmoralizado, grupo de conselheiros que bancou Augusto Melo entrou em parafuso

Romeu Tuma Junior, Augusto Melo e Fran Papaiordanou

Dentre os grupos que apoiaram a eleição do agente de jogadores Augusto Melo à presidência do Corinthians, os mais relevantes eram o ‘União dos Vitalícios’, que acabaram ‘premiados’ com a gestão do Conselho Deliberativo, do CORI e da Comissão de Ética, e o Centrão, ligado a Felipe Ezabella e Raul Corrêa da Silva, que abocanhou a gestão financeira.

Após o escândalo ‘Vai de Bet’, em que dinheiro do Corinthians foi parar em contas controladas pelo PCC, o Centrão se dividiu.

A parte de Ezabella, agarrando-se aos cargos até o último segundo, desembarcou; com muito menos vergonha, Raul Corrêa da Silva e seus assistidos permaneceram.

Pior do que eles, somente os ‘vitalícios’ que mentiram por Augusto e com Augusto.

Utilizaram-se ainda dos poderes de Conselho e CORI para proteger os que, ao que parece, estariam saqueando a agremiação.

Atemorizados pelo início das tratativas de impeachment do Presidente da Diretoria, os ‘vitalícios’ entraram em parafuso.

As dúvidas são claras: quando abandonar a gestão e o que dizer quando isso vier a acontecer.

Difícil será encontrar, fora do círculo bajulatório, alguém que ainda acredite neles.

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